Empresas de transporte reajustarão frete após aumento de combustíveis

Publicado:

compartilhe esse conteúdo

A Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística) anunciou que o preço do frete será reajustado em pelo menos 5%, neste sábado. De acordo com a entidade, o aumento é necessário após o aumento de 14,26% no preço do diesel vendido pela Petrobras que começou a valer hoje.

“O aumento acarretará a necessidade de reajuste adicional de no mínimo 5,0%, fator esse que deve ser aplicado emergencialmente nos fretes. No acumulado do ano tivemos uma expressiva variação média de 28,93% na bomba e nos últimos 12 meses (jun-21 contra jul-22) nada menos que uma magnitude média de 52,69%”, disse a entidade por meio de nota. 

 
A associação aponta, ainda, que os insumos do transporte rodoviário de cargas vem sofrendo grande pressão por reajuste nos preços já realizados pelos fornecedores das empresas de transporte nos últimos 12 meses, além do reajuste salarial da categoria.

“O cavalo mecânico, por exemplo teve seus preços reajustados em média 31,02%, semirreboque 32,55%, pneus 14,81%. O acordo sindical da convenção coletiva dos trabalhadores do Transporte vêm fechando os acordos entre 10,0% a 12,47%”, diz.

Na nota, a entidade orienta às empresas que seja repassados de forma imediata o acumulado dos aumentos de combustível e que as transportadoras negociem contratos antigos e incluam, nos novos acordos, “um gatilho” para os aumentos do diesel.

Compartilhe esse artigo:

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

ARTIGOS RELACIONADOS

Com emprego aquecido, subutilização é a menor da história; entenda

Resumo: o mercado de trabalho brasileiro mostra sinais de aquecimento com a menor taxa de subutilização já registrada, 13,3%, no trimestre terminado em...

Governo usou lucros com exportação para conter preço dos combustíveis

Resumo rápido: o ministro do Planejamento, Bruno Moretti, afirmou que o Brasil pode usar receitas extraordinárias decorrentes da alta do petróleo para atenuar...

Jovens ocupados são a maioria, mas 6,2 milhões seguem como “nem-nem”

Um levantamento do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), com cruzamento de dados do IBGE/PNAD Contínua, RAIS e eSocial, mostra que no 1º...