Loreto diz que papel sensual em ‘Vai na Fé’ tem o ajudado na autoestima

Publicado:

compartilhe esse conteúdo

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Mulherengo, sedutor e com uma autoestima lá no alto. Essas são características que vão marcar a personalidade de Lui Lorenzo, cantor cheio de rebolado que será interpretado pelo ator José Loreto em “Vai na Fé”, próxima trama das 19h de Rosane Svartman com estreia programada para 16 de janeiro.

E, segundo o próprio artista, a sensualidade do papel tem ajudado ele mesmo na vida pessoal. “Eu tenho até me cuidado mais, me dou mais atenção”, disse em entrevista coletiva na manhã desta sexta (6). “Quando eu chego às gravações costumo dizer que estou lindo, mas a autoestima do Lui é 100 vezes maior. Ele seduz até uma porta, é um pavão”, diverte-se.

Lui será o segundo personagem consecutivo de Loreto que explora uma certa sedução. O peão Tadeu, de “Pantanal”, também tinha seu apelo aflorado. “A sensualidade do Tadeu vinha da introspecção dele, mas a do Lui chega de todos os lados. Se alguém aplaude de longe, ele acha que é para ele.”

As cenas mais quentes e, em boa parte, sem camisa, não serão um problema para a modelo e influenciadora Rafa Kalimann, a namorada de Loreto. Ele conta que ela até o tem ajudado na preparação e na composição para o papel.

“Se eu fosse um vilão, ela não teria medo de mim, assim como agora, que interpreto um cara sexy, ela não tem motivo para ciúme. Sou um livro aberto e em branco. A base de tudo na nossa relação é o diálogo. Ela tem visto meu empenho e dedicação”, reforça.

E por falar em preparação, Loreto afirma que pegou muito de Sidney Magal, Latino e Ricky Martin para nortear o caminho que seguiria em cena. “O Lui Lorenzo é uma concha de retalhos. Se o Latino tem a música ‘Renata, ingrata’, ele tem a ‘Joana Safadinha'”, brinca. O ator também revela que levou composições próprias para entrarem na trilha sonora do personagem.

Compartilhe esse artigo:

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

ARTIGOS RELACIONADOS

Tabata Amaral muda texto do projeto que criminaliza a misoginia e inclui penalização aos grupos digitais “red pill”

Nova versão do projeto que criminaliza misoginia avança no cenário legislativo: a deputada Tabata Amaral (PSB-SP) apresentou, nesta quarta-feira (10), uma nova versão...

O encontro entre Lula e Alcolumbre antes do G7

Resumo: o Planalto e o Senado avaliam um encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente do Senado, Davi...

Flávio Bolsonaro derrete, mas a direita se recusa a atacá-lo

Resumo: novas pesquisas apontam Lula na frente, com 39% no primeiro turno, seguido por Flávio Bolsonaro com 29%. Renan Santos desponta como o...