Ex-galã da Record diz que não faz sexo há 2 anos; veja se isso faz bem

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O ator Felipe Folgosi, de 50 anos, afirmou estar há mais de 2 anos sem fazer sexo. O ex-galã da Record  defendeu que as relações sexuais “estão banalizadas”. Ele ainda disse acreditar que a intimidade só deve acontecer após o casamento.   

Folgosi revelou que a decisão foi tomada por seus princípios evangélicos. “É normal para quem é evangélico, o sexo deve ser durante o casamento […]  É uma coisa que para mim faz sentido. Às vezes, o sexo é banalizado”, afirmou ao podcast Splash Encontra.

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A sexóloga e psicóloga Alessandra Araujo aponta que o sexo é um tabu em muitas culturas e sociedades ao redor do mundo, e há várias razões pelas quais as pessoas podem parar de fazer. 

“Algumas optam pela abstinência sexual por razões espirituais, religiosas ou simplesmente porque não sentem desejo sexual. Para elas, a abstinência pode ser uma forma de se concentrar em outras áreas da vida, como o desenvolvimento pessoal, profissional, ou espiritual”, comenta. “Sentimentos de culpa ou vergonha associados ao sexo, muitas vezes enraizados em ensinamentos religiosos ou culturais, podem levar as pessoas a evitar a atividade sexual.”

O ex-galã da Globo e da Record também disse ser contra a masturbação. “Corpo não é uma máquina que você aperta para dar prazer toda hora. Deus fez o homem e a mulher com prazer no sexo para incentivar a reprodução. [Na masturbação] O cara acaba desperdiçando a semente que ele tem”, contou. “Sexo é bom, mas, às vezes, o sexo que mantém a relação e você não conhece a pessoa. Ele é para ser a cereja do bolo”, concluiu o galã. 

Alessandra Araujo aponta que é importante monitorar como essa decisão afeta a saúde física e mental. Se a abstinência sexual levar a sentimentos de isolamento, depressão ou problemas de autoestima, pode ser útil reconsiderar a escolha ou buscar apoio profissional. 

“Às vezes, a decisão de abdicar do sexo pode ser influenciada por pressões sociais ou culturais. É essencial distinguir entre uma escolha pessoal genuína e uma decisão influenciada por expectativas externas”, acrescenta. 

Na visão da expert, se a abdicação do sexo é uma forma de se conformar a normas sociais ou culturais que não ressoam com as necessidades e desejos pessoais, “pode ser útil refletir sobre esses motivos e buscar apoio para tomar decisões mais alinhadas com o bem-estar pessoal.” 

A decisão, porém, pode sim ser saudável, quando tomada de maneira consciente. O que vale, salienta, é estar  bem com as próprias escolhas.

“Enfatizar o consentimento, cuidar da saúde sexual, buscar apoio profissional quando necessário e cultivar o respeito por si mesmo e pelos outros são passos importantes para desenvolver uma visão positiva e saudável da sexualidade”, finaliza. 

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