Entendendo a Previdência: A geração Z e o INSS

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A Geração Z corresponde às pessoas nascidas a partir de 1995 até aproximadamente 2010, que são a transição do século XX para o século XXI. É caracterizada pelo domínio de novas tecnologias e pela urgência e multiplicidade de interações realizadas num universo particular, individual e, por vezes, alheio ao ambiente e às relações interpessoais de primeira hora, apesar do grande volume de informações que têm acesso.

A multiplicidade de meios de comunicação disponíveis, a rapidez no tráfego de informação, a interatividade no ambiente virtual e o uso cotidiano desses ativos tecnológicos determinam a conduta desta geração, imprimindo agilidade e muita curiosidade.

Este grupo, em regra, é menos focado em dinheiro e mais focado em qualidade de vida e em melhorar o mundo, pois também têm uma forte carga idealista argumentativa.

Em recente pesquisa divulgada na imprensa especializada, foi constatado que a Geração Z não tem a fantasia de que pode simplesmente depender de contribuições externas para reforçar suas aposentadorias e, por isso, começam a poupar por conta própria, desde o início da carreira.

As novas relações de trabalho são mais dinâmicas, flexíveis e descentralizadas, e estão em constante mudança. Algumas das principais características das novas relações de trabalho são: home office, remuneração por resultados, trabalho híbrido ou remoto, e alta mobilidade.

Acredito que sim, pois as gerações recentes não vislumbram depender exclusivamente da aposentadoria do INSS, por exemplo. Além disso, a mobilidade e a informalidade limitam as contribuições para fomentar o sistema de previdência social.

Nesse ponto, vale ressaltar, contudo, que há também desconhecimento específico quanto às vantagens da proteção pública, seja do ponto de vista financeiro ou de cobertura previdenciária.

A Geração Z não parece muito interessada em ter conhecimento sobre o Sistema de Proteção Social. Mas também, quem, aos 20 anos tinha? Certamente, uma pequena parcela dos jovens adultos.

A proteção pública não se limita à aposentadoria, já que outros riscos ou fatos sociais podem acometer todos cidadãos como doenças, maternidade, prisão e morte, e para estes acontecimentos há cobertura, pelos benefícios de auxílio por incapacidade temporária (antigo auxílio doença), salários maternidade e família, auxílio reclusão e pensão por morte, respectivamente, tendo assim um amparo mais amplo, e que dificilmente será contemplado por seguros privados.

Por isso, meu conselho é: busque independente de sua geração, seja Baby Boomers, a Geração X, a Geração Y ou Geração Z, ajuda especializada de um advogado, para que este possa analisar o seu caso e criar as melhores estratégias para sua aposentadoria e forma de contribuir, além do maior retorno, através de um Planejamento Previdenciário!

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