A morte do jornalista Cristiano Luiz Freitas, 46 anos, que inicialmente envolvia mistério, começa a ser elucidada pela investigação policial. O principal suspeito do crime, que ocorreu em Curitiba (PR) na última terça-feira (4), é o garoto de programa Jonathan Barros Cardoso.
Jonathan foi detido na quinta-feira (6) em um flat na capital paranaense. Imagens de vigilância registraram sua presença na residência de Cristiano no dia do ocorrido.
De acordo com a Polícia Civil do Paraná (PCPR), Jonathan é investigado por roubo e extorsão, agindo ao marcar encontros por aplicativos e redes sociais com o intuito de extorquir suas vítimas.
A PCPR aponta que pelo menos seis pessoas foram vítimas das ações de Jonathan. Apenas em fevereiro deste ano, duas ocorrências foram registradas contra ele. Em 2024, o garoto de programa foi preso em flagrante durante um roubo, porém foi posteriormente liberado.
A defesa de Jonathan refuta a alegação de latrocínio no caso do jornalista Cristiano Freitas. O advogado Valter Ribeiro Júnior afirma que o incidente foi resultado de um desentendimento durante um serviço contratado pela vítima. “Houve uma discussão acalorada e, infelizmente, evoluiu para um confronto físico que culminou na morte do jornalista”, declara.
