Quem é Luiz Fux? Ministro que agradou bolsonaristas no STF

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O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), se destacou durante o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por tentativa de golpe de Estado. Ele foi o terceiro a votar e pediu a nulidade do processo contra Bolsonaro e outros sete réus.

Embora não tenha terminado seu voto, Fux argumentou que a Corte não tinha competência para julgar o caso e mencionou a prerrogativa política nas discussões. Ele afirmou: “Meu voto é no sentido de reafirmar a jurisprudência desta Corte. Concluo, assim, pela incompetência absoluta do STF para o julgamento desse processo, já que os denunciados já haviam perdido seus cargos”.

Um Pouco Sobre Luiz Fux

Luiz Fux foi o primeiro indicado ao STF pela então presidente Dilma Rousseff (PT), em 2011. Desde então, ele atuou em julgamentos importantes, incluindo a Operação Lava Jato e a Lei da Ficha Limpa. Fux começou sua carreira no Judiciário em 1993 como juiz do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e, posteriormente, foi promovido a desembargador. Em 2001, tornou-se ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), indicado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB).

Ele presidiu o STF entre 2020 e 2022 e também ocupou a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de 2018 a 2020.

Controvérsias ao Longo da Carreira

Apesar de ter sido nomeado por um governo do PT, Fux gerou polêmica com outros ministros da era Dilma. Um episódio marcante aconteceu em 2013, quando o ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu, afirmava ter sido “assediado moralmente” por Fux. Dirceu disse na época que o ministro havia indicado que o absolveria, mas Fux respondeu que “ministro do Supremo não polemiza com réu”.

Assista ao Julgamento ao Vivo

Qual a sua opinião sobre o papel de Fux no STF? Deixe seu comentário e participe da conversa sobre essa figura central no cenário político atual.

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