Acusado de esfaquear mulher até a morte em SP é preso pela Polícia Civil no distrito de Argolo, em Nova Viçosa

Publicado:

compartilhe esse conteúdo

Nova Viçosa: A Polícia Civil prendeu, no último domingo, um homem suspeito de feminicídio, em São Paulo. A prisão aconteceu à tarde, por volta das 17h, no distrito de Argolo, zona rural de Nova Viçosa-BA.

O mandado de prisão preventiva foi cumprido por uma equipe da Delegacia Territorial de Nova Viçosa e do Grupo de Ação Tática (GATTI) de Teixeira de Freitas. A ordem foi emitida pela 1ª Vara do Júri do Foro Criminal Central de São Paulo.

O preso, Josenildo de Mendonça Silva, de 44 anos, é suspeito de assassinar Rosângela de Andrade Boeira no dia 20 de fevereiro de 2025, em São Paulo. Segundo o Ministério Público, o crime foi motivado por ciúmes em um contexto de violência doméstica. A vítima sofreu vários golpes de faca.

A prisão resultou de uma colaboração entre as polícias civis da Bahia e de São Paulo, que localizaram o suspeito no interior baiano. Durante a captura, ele estava com um celular que será periciado para ajudar nas investigações.

Após a detenção, Josenildo foi levado à Delegacia Territorial de Teixeira de Freitas, onde ficará sob custódia enquanto aguarda a possível transferência para São Paulo.

O que você acha dessa situação? Compartilhe sua opinião nos comentários!

Compartilhe esse artigo:

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

ARTIGOS RELACIONADOS

Prisões expõem núcleo feminino na linha de comando do PCC no litoral

Três mulheres do núcleo feminino do PCC, atuando na Baixada Santista, foram presas em operação policial. Malévola, Penélope e Medusa ocupavam posições-chave, conectando...

VÍDEO: Incêndio de grandes proporções destrói 27 ônibus em Belo Horizonte

Um incêndio de grandes proporções destruiu 27 ônibus na tarde deste domingo em Belo Horizonte, deixando a fumaça preta visível de vários pontos...

Gilmar Mendes: ofensas pessoais e xingamentos não encontram amparo jurídico

Resumo: o ministro Gilmar Mendes, em publicação no X, afirma que ofensas pessoais e xingamentos não têm amparo na ordem jurídica. Ele comenta...