EUA realiza ataques na Síria como “vingança” contra o Estado Islâmico

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EUA lançam ofensiva na Síria em retaliação ao ISIS

Forças dos Estados Unidos atacaram o território da Síria na sexta-feira, 19 de dezembro, em resposta a uma ação do Estado Islâmico (ISIS) que tirou a vida de dois militares norte-americanos no fim de semana anterior. A operação, denominada Operação Ataque Hawkeye, visou eliminar jihadistas do ISIS, além de infraestruturas e depósitos de armas do grupo, segundo o chefe do Pentágono, Pete Hegseth.

O Chefe do Estado-Maior Conjunto da Força Aérea, General Dan Caine ( à direita ), acompanhado pelo Secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth ( à esquerda ), discutem os detalhes do ataque ao Irã durante coletiva de imprensa no Pentágono
1 de 1 O Chefe do Estado-Maior Conjunto da Força Aérea, General Dan Caine (à direita), acompanhado pelo Secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth (à esquerda), discutem os detalhes do ataque ao Irã durante coletiva de imprensa no Pentágono – Foto: Andrew Harnik/Getty Images

A ofensiva, denominada Operação Ataque Hawkeye, visou eliminar jihadistas do ISIS e destruir infraestruturas e depósitos de armas do grupo. Hegseth, em um comunicado divulgado na rede social X, chamou os ataques de “vingança”.

“Isto não é o início de uma guerra – é uma declaração de vingança”, disse o secretário de Guerra dos EUA. “Os Estados Unidos da América, sob a liderança do presidente Trump, jamais hesitar&atão e jamais ceder&at;ão na defesa do nosso povo”.

O Comando Central dos EUA (CENTCOM) também confirmou a ofensiva, que segue atuando no país contra possíveis insurgências terroristas. O número de terroristas mortos, no entanto, não foi divulgado, já que Hegseth afirmou que as forças norte-americanas mataram “muitos deles”.

O ataque contra militares dos EUA na Síria ocorreu no último dia 13 de dezembro na região de Palmira. Dois soldados dos EUA, e um civil que atuava no país como intérprete, foram mortos.

A ofensiva demonstra a determinação dos EUA de responder rapidamente a ataques que coloquem em risco seus militares, reafirmando o compromisso no combate ao terrorismo na região.

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