O Idafro ingressou no STF com uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) para questionar a absolvição do apresentador Marcão do Povo.
De acordo com O Globo, o Idafro pediu a suspensão imediata do processo que resultou na absolvição de Marcão do Povo, que chamou a cantora Ludmilla de “pobre macaca” em rede nacional de TV em 2017. Naquela época, Marcão era apresentador da Record; ele foi processado pela cantora e demitido da emissora. Hoje ele atua no SBT.
Na ADPF, o Idafro questiona o fato de que o juiz do caso Ludmilla reconheceu a existência do crime, mas concluiu pela absolvição, argumentando que tratar-se-ia de crime de bagatela, que a proporcionalidade deve prevalecer sobre a criminalização da prática do racismo, que o acusado já teria sido “punido” pela repercussão do caso e que estaria “exausto no momento da conduta”.
Ainda segundo os advogados, “trata-se de exemplo típico e recorrente de julgamento ideológico em que fatos e provas são substituídos por ilações e predileções racialistas de aplicadores do Direito”.
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