Advogada do “leva e traz” foi casada com liderança do Comboio do Cão

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A advogada fake Tatiane da Silva Alves Ferreira, 37 anos, foi indiciada pela Polícia Federal por integrar um esquema de “leva e traz” na Papuda, fingindo atuar como profissional do direito e ostentando um estilo de vida de luxo nas redes sociais. Ela também é apontada como companheira de Odianel Pereira de Sousa Júnior, membro do Bonde do Maluco (BDM), reforçando as ligações do núcleo criminoso com facções atuantes no DF.

Tatiane é ex-companheira de William Alves Ferreira, 39, considerado o líder de um esquema de tráfico de drogas no Distrito Federal, conhecido como Comboio do Cão (CDC). William está preso na Papuda desde o fim de 2022, respondendo por tráfico, roubo, receptação e por chefiar a organização criminosa. O grupo operava principalmente em Ceilândia, levando entorpecentes para outros estados.

Segundo a denúncia do Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT), o grupo liderado por William utilizava veículos roubados para transportar droga oriunda do Mato Grosso do Sul até o DF, inclusive envolvendo pagamentos com entorpecentes. William foi preso durante a Operação Priságio pela Polícia Civil do DF, em agosto de 2022, quando também houve prisão em flagrante de quatro envolvidos que transportavam 20 kg de drogas. O carregamento estava em um Fiat Mobi com placa adulterada; outro veículo atuava como “batedor”.

A atuação de Tatiane ganhou dimensão na PF, que a indiciou por promoção de organização criminosa e pela participação na comunicação de membros da facção Bonde do Maluco com Jackson Antônio de Jesus Costa, um dos líderes da organização hoje preso no Complexo Penitenciário da Papuda. O esquema de tráfico era apontado como chefiado por Erica Priscilla da Cruz Vitorino, apontada como “chefe do tráfico” em Serrinha (BA).

Preso na Papuda desde 2022, William aguarda o julgamento pela 3ª Vara de Entorpecentes do DF. Enquanto isso, a ex-esposa Tatiane cuida da filha do casal, hoje com 17 anos, após o envolvimento de ambos com o mundo do crime. A investigação continua avançando, buscando esclarecer a extensão das redes entre as facções mencionadas e as operações realizadas no DF e região.


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William permanece preso na Papuda desde o final de 2022. Tatiane, por sua vez, cuida da filha do casal, hoje com 17 anos, enquanto o ex-marido aguarda o desfecho do processo na 3ª Vara de Entorpecentes do DF. O caso continua em investigação, com a PF e o MPDFT destacando a complexa rede de ligações entre as facções citadas e a operação de tráfico no Distrito Federal.

E você—qual sua leitura sobre esse tipo de organização criminosa e a atuação de pessoas próximas a ela em diferentes frentes? Deixe seu comentário e compartilhe sua opinião sobre as medidas que cabem às autoridades para coibir esse tipo de crime.

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