Celular de professor espancado e morto em parada do DF será periciado

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Caso do professor morto em Sobradinho: perícia no celular e confissão do suspeito

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDFT) determinou que seja realizada com urgência uma perícia no celular da vítima, o professor José Emmanuel Ribeiro, 32 anos, morto em Sobradinho no dia 4 de janeiro de 2025. A decisão acolhe um pedido feito pela defesa de Guilherme Silva Teixeira, que confessou ter matado o professor.

A ordem, assinada pelo juiz Evandro Moreira da Silva, determina que o Instituto de Criminalística realize o exame no aparelho celular da vítima com urgência, por se tratar de um processo envolvendo preso.

A defesa argumenta que a perícia é indispensável para a adequada elucidação dos fatos, assegurando a integridade dos elementos de prova e a cadeia de custódia, contribuindo para uma reconstrução técnica dos acontecimentos com observância do contraditório.

Entenda o caso em linhas gerais:

1) Em 4 de janeiro de 2025, o professor José Emmanuel Ribeiro foi morto em uma parada de ônibus na região do Grande Colorado, em Sobradinho, pouco antes das 6h.

2) A vítima foi espancada e ficou com a marca do chinelo do suspeito impressa no rosto.

3) Guilherme Silva Teixeira foi preso pela Polícia Civil do Distrito Federal no dia seguinte.

4) Em depoimento, Guilherme confessou ter matado o professor após alegação de ter ocorrido uma proposta sexual, afirmando que o ataque visava apenas “dar um se liga” na vítima.

5) A Coluna Na Mira do Metrópoles apurou que o agressor o deixou agonizando e seguiu para o trabalho; a morte ganhou repercussão no DF e no Piauí, estado de nascimento da vítima.

6) João Emmanuel Ribeiro era filho do vice-prefeito do município de Isaías Coelho (PI), George Moura.

A Polícia Civil do DF informou que o inquérito já está concluído e encaminhado à Justiça, que não comenta casos ainda sob análise judicial. Também houve pedido de liberdade para Guilherme Silva Teixeira, ainda não julgado.


Entenda com mais clareza

Procurada, a Polícia Civil do DF informou que o inquérito já foi concluído e encaminhado à Justiça, sem manifestação sobre casos que ainda estão na esfera judicial.

Os advogados também ingressaram com um pedido de liberdade para Guilherme Silva Teixeira, ainda sem julgamento.

Encerramento

Este caso tende a seguir para o andamento judicial, com a perícia no celular da vítima como peça-chave para elucidar os fatos. Qual é a sua opinião sobre a utilização de perícias digitais em investigações envolvendo homicídios? Deixe seu comentário e participe da discussão.

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