Conselheiro Inaldo Araújo toma posse como presidente do Instituto Rui Barbosa

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Inaldo Araújo, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA), tomou posse nesta quarta-feira como presidente do Instituto Rui Barbosa (IRB). Em seu discurso, ele destacou que liderar o IRB é assumir a missão de honrar o passado, compreender o presente e construir um futuro em que o controle público seja instrumento de justiça, eficiência, transparência e transformação social.

O novo gestor afirmou que, além de seguir o legado dos antecessores, pretende valorizar as pessoas que movem o IRB: conselheiros, auditores, procuradores, servidores, pesquisadores e parceiros institucionais. Ressaltou que as instituições são feitas de pessoas e que a excelência surge quando há reconhecimento, diálogo e propósito compartilhado.

Conselheiro Edilberto Pontes, do TCE do Ceará, saudou a escolha de Araújo e realizou um balanço das atividades do IRB na gestão anterior. Para ele, o controle externo precisa ir além do discurso e se consolidar em melhorias mensuráveis na gestão pública.

Pontes enfatizou ainda que a produção de conhecimento e a formação contínua foram escolhas estratégicas para a eficácia das políticas públicas. Ele destacou que o fortalecimento do Estado depende da qualificação do quadro técnico e da parceria com centros de excelência acadêmica, pois, se a democracia depende de políticas públicas eficazes, formar gente é formar o Estado.

A solenidade de posse ocorreu no Auditório do Condomínio Empresarial ION, em Brasília, reunindo centenas de representantes do Sistema de Controle Externo, autoridades e convidados. A Mesa de Honra contou com líderes como o presidente da Atricon, conselheiro Edilson Silva; Edilberto Pontes, presidente do IRB no quadriênio 2022/2025; o presidente do TCE da Bahia, Gildásio Penedo Filho; Nelson Pellegrino, vice-presidente da Associação dos Tribunais de Contas dos Municípios da Bahia, entre outros.

Além de Pontes, a presença do TCE/BA contou com a participação de conselheiros como Marcus Presidio (vice-presidente), Carolina Matos (corregedora), João Evilásio Bonfim, Josias Gomes (ouvidor) e Otto Alencar Filho, além da procuradora-geral do Ministério Público de Contas da Bahia, Camila Luz, e do presidente do TCM-BA, Francisco de Souza Andrade Netto.

Como você enxerga o papel do IRB na melhoria da gestão pública? Compartilhe sua opinião nos comentários e ajude a enriquecer o debate sobre o controle externo e a eficiência administrativa no Brasil.

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