“Precisamos de um grande programa de educação”, diz Ricardo Lima sobre possível volta da torcida mista no Ba-Vi

Escrito por: Diógenes Cunha

Publicado:

compartilhe esse conteúdo


Presente no lançamento da pedra fundamental do novo centro de treinamento do Esporte Clube Bahia, em Camaçari, o presidente da Federação Bahiana de Futebol, Ricardo Lima, projetou a reta final do Baiano de 2026 e analisou o formato das semifinais e da decisão em jogo único.

A fase decisiva terá confrontos entre Bahia x Juazeirense e Vitória x Jacuipense. Segundo o dirigente, o equilíbrio foi uma das marcas da competição.

“Eu analiso de forma positiva. Acho que o campeonato ficou aberto do início ao fim. Tivemos uma distorção apenas no Atlético de Alagoinhas, mas os demais todos brigavam por algo. O Bahia se distanciou no início e antecipou sua classificação, mas agora é um novo campeonato, partidas únicas na semifinal e na final. Vai prevalecer o critério técnico dentro de campo e acredito que mais uma vez vai estar tudo aberto”, avaliou.

Ricardo Lima destacou que, apesar da responsabilidade maior da dupla Ba-Vi pelo nível de investimento, o formato mantém a disputa indefinida.

“Lógico que a dupla Ba-Vi sempre leva uma responsabilidade maior, até pelo nível de investimento, mas está tudo aberto. Futebol se decide dentro de campo. Espero ter duas grandes partidas e fazer uma grande entrega ao público baiano no dia 8 de março”, contou.

Novo formato
Ricardo explicou que a adoção de jogos únicos nas semifinais e na final ocorreu em razão da limitação do calendário.

“As datas foram cortadas, tínhamos apenas 11 datas. Entendemos que esse é o melhor formato porque todos enfrentam todos. Ficamos nesse déficit que seria uma partida a mais na semifinal e uma na final para cada equipe”, explicou. Ele afirmou que o modelo será avaliado após o encerramento da competição, em diálogo com os clubes e com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

Torcida mista no BA-VI
Questionado sobre a possibilidade de retorno da torcida dividida nos clássicos entre Bahia e Vitória, Ricardo Lima afirmou que o tema depende de órgãos de segurança pública.

“Primeiro, precisamos ter um grande programa de educação. Estamos vendo grandes acontecimentos e tragédias sem envolver as duas torcidas. A federação cuida do futebol. A segurança pública compete à Secretaria de Segurança Pública e à Polícia Militar. Vamos ouvir também o Ministério Público. Aquilo que entenderem que é melhor para o futebol baiano e para a sociedade, a federação vai acatar”, ressaltou.

E você, o que acha do formato proposto para o Baiano 2026 e das decisões sobre a torcida nos clássicos? Deixe sua opinião nos comentários e participe da conversa sobre o futuro do futebol na região.

Compartilhe esse artigo:

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

ARTIGOS RELACIONADOS

Pedro Piquet se destaca no primeiro dia do Meet Brazil Racing em Brasília

Resumo: Autódromo de Brasília abre o Meet Brazil Racing com Pedro Piquet no topo, registrando 1:54.771 na McLaren 765 LT 61MS. Batistinha fica...

INEMA alerta 20 praias em Salvador impróprias para banho neste fim de semana

Resumo jornalístico Boletim de balneabilidade do Inema aponta 20 pontos impróprios para banho e 18 próprios em Salvador. A lista oficial detalha praias com...

Lula destaca Liberdade como berço de Rui Costa, Ilê Aiyê e do Vitória

Resumo: Salvador, Bahia - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva volta a Salvador para ato de...