Lula liga para presidente da Colômbia em meio à ameaça dos EUA ao PCC

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Meta description: Lula liga para Gustavo Petro em meio a tensões com os EUA sobre a possível classificação de facções criminosas como terroristas, e há preocupação com o impacto econômico, incluindo a alta do petróleo em razão da guerra no Irã. Acompanhe os principais pontos desta atualização.

Após desistir de viajar ao Chile para a posse do direitista José Antonio Kast, o presidente Lula decidiu ligar para o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, na tarde desta terça-feira. A conversa ocorre em meio à pressão dos Estados Unidos para classificar o PCC e o CV como grupos terroristas.

Lula, segundo aliados, tem mostrado preocupação com a possibilidade de a classificação abrir espaço para operações militares dos Estados Unidos em território brasileiro, em um contexto de tensões regionais ampliadas.

Em dezembro de 2025, a Colômbia enfrentou um cenário semelhante, após os EUA classificarem o clan del Golfo como grupo terrorista, o que é citado para ilustrar o potencial de escaladas nessa dinâmica regional.

Outra pauta que preocupa Lula é a crise do petróleo, motivada pela guerra no Irã, que já fez o preço do barril disparar. Na segunda-feira (9/3), o presidente também conversou por telefone com a presidente do Chile, Claudia Sheinbaum, defendendo o aprofundamento da parceria bilateral na área de energia.

Segundo auxiliares, o Palácio do Planalto busca manter a estabilidade econômica e evitar impactos maiores em energia e segurança diante de tensões globais, mantendo abertas as linhas de comunicação com aliados regionais.

Galeria de imagens

Lula em reunião com Petro no Itamaraty
Lula e Petro em Itamaraty
Lula ao telefone, destacando a ligação para Petro
Lula durante a ligação para Petro
Gustavo Petro deixa o Itamaraty
Petro deixa o Itamaraty
CV e PCC (Créditos)
Contexto entre CV e PCC

A discussão entre Lula e Petro reforça a sensibilidade política em um momento de tensão entre Brasil, Colômbia e Estados Unidos, com impactos potenciais para segurança e economia da região.

Como você interpreta esse alinhamento entre líderes latino-americanos diante das pressões externas? Acha que decisões sobre grupos criminosos e sobre energia devem ser tratadas de forma conjunta entre vizinhos da região? Deixe sua opinião nos comentários.

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