Metrópoles Catwalk 2026 encerra edição exaltando a força da moda brasileira

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Resumo: o Metrópoles Catwalk 2026 encerrou em Brasília com 30 desfiles no Teatro Nacional, cimentando a cidade como polo criativo da moda brasileira. Em cinco noites, o evento conectou produtores locais a nomes de projeção nacional, celebrando a produção nacional e fortalecendo a captação de talentos da região.

A etapa de encerramento reuniu marcas brasilienses consagradas e criadores de notoriedade nacional que vieram ao Distrito Federal para fechar a programação. Entre os destaques, o ateliê Brunna Lettieri abriu o último bloco com uma coleção inédita, seguido pela renomada marca de luxo Carmen Steffens. A brasiliense Sacramound participou pela primeira vez, encerrando o primeiro segmento com entusiasmo e autenticidade.

A segunda etapa começou com a goiana Jacobina, que celebrou as mulheres negras na passarela. A brasiliense Louback retornou ao evento pelo segundo ano consecutivo, apresentando uma proposta criativa que evidenciou a potência de geração de novos olhares sobre a moda local. O fechamento ficou por conta da Foxton, referência de moda masculina carioca, que subiu ao palco com a energia típica do segmento e consolidou a ideia de Brasília como articuladora de conexões criativas no país.

Entre os grandes nomes a ganhar espaço na noite de encerramento, destacou-se o modelo e ator Jhona Burjack, conhecido nas passarelas internacionais. Sua participação foi amplamente destacada como um dos momentos-chave do evento, consolidando a presença de talentos da cidade no cenário nacional e internacional. O público presente no Teatro Nacional testemunhou uma celebração da diversidade, talento e da capacidade de transformar a cidade em um polo de referência da moda.

Ponto de encontro da criatividade

Para o público, o Metrópoles Catwalk foi além de desfiles: foi uma vitrine de moda como expressão cultural, diversa, provocativa e autêntica. João Paulo Eusébio, estudante de publicidade de 21 anos, acompanhou toda a programação e destacou a importância de abrir espaço para marcas locais que ganham visibilidade por meio do evento. “Acho que o Metrópoles Catwalk ajuda a movimentar essa questão de trazer visibilidade para marcas brasilienses, que a gente não conhece. Os desfiles trouxeram propostas mais disruptivas, trazendo um novo olhar sobre a arte produzida na região”, afirmou.

O foyer da Sala Villa-Lobos virou um dos pontos mais disputados de Brasília, reunindo autoridades, artistas e amantes da arte. O diretor do Teatro Nacional, Adriano Rodrigues, o secretário-executivo de Segurança Pública do DF, Alexandre Patury, além de deputados e outras autoridades, passaram pelo espaço, que também funcionou como galeria de apresentação das 30 marcas. Entre as atrações paralelas, músicos da capital mantiveram o público animado, demonstrando que o evento é, acima de tudo, um movimento cultural que envolve artes visuais, música e moda.

O saxofonista Jhordan comentou que o encontro de artes cria uma cidade viva, onde arte, moda e música deixam de ser apenas cenário para se tornar parte do cotidiano. “Brasília tem cenários únicos. Quando esses espaços ganham vida com arte, moda e música, o lugar se transforma de paisagem a cidade pulsante. A iniciativa valoriza o artista, a cidade e amplia a visibilidade do trabalho criativo local”, disse o músico. O Metrópoles, por sua vez, consolida-se como casa da moda no Distrito Federal, fortalecendo a conexão entre produtores locais, o mercado nacional e o público consumidor.

Além do Metrópoles CatWalk, o portal mantém o festival Metrópoles Fashion & Design, já em sua quarta edição em 2026. A combinação de cobertura de qualidade, fomento à produção autoral e a localização estratégica de Brasília coloca o Metrópoles como referência para quem pensa, produz e consome moda na cidade. A programação evidencia a força criativa de diferentes regiões do país, transformando a capital federal em polo cultural e comercial de peso no cenário nacional.

Galeria de imagens

O Metrópoles Catwalk 2026 reforça o papel de Brasília como polo criativo do país, conectando caminhos entre a produção local e o cenário fashion nacional. A pretendida interseção entre moda, cultura e economia cria um espaço de diálogo entre regiões, estimulando o surgimento de novas parcerias e fortalecendo o turismo cultural na região.

Ao completar nove anos de cobertura pelo jornal, o Metrópoles consolida o compromisso com a timely, profunda e criativa abordagem de temas ligados à moda. Além do CatWalk, o portal sustenta o festival Metrópoles Fashion & Design, que segue ampliando o alcance e a qualidade da produção autoral na capital federal, mantendo o público informado e engajado com o que ocorre no setor.

E você, leitor, como percebe o papel da moda na transformação de uma cidade? Quais marcas locais merecem continuar recebendo os holofotes e por quê? Compartilhe suas opiniões, experiências e sugestões nos comentários abaixo. Sua visão ajuda a ampliar a conversa sobre moda, cultura e identidade na região.

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