Jornalista da Band Minas, Alice Ribeiro, 35 anos, morreu em decorrência de morte encefálica após um acidente na BR-381, em Sabará, Minas Gerais. O cinegrafista Rodrigo Lapa, que conduzia o veículo, também faleceu no local. Alice estava internada no Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, em Belo Horizonte, desde a quarta-feira, e a confirmação da morte encefálica foi anunciada na noite desta quinta-feira. Ela deixa o marido, João, policial rodoviário federal, e um filho de nove meses. A repórter havia ingressado na Band Minas em agosto de 2024, com destaque para pautas sobre autismo, inspiradas pela convivência com o irmão.
O acidente ocorreu na tarde de quarta-feira, 15 de abril, quando o carro da Band Minas colidiu com um caminhão na BR-381, no município de Sabará. Rodrigo Lapa morreu no local, enquanto Alice Ribeiro foi encaminhada ao hospital. Na noite de quinta-feira, médicos do João XXIII concluíram a avaliação que confirmou a morte encefálica após uma série de exames. A Band confirmou a conclusão do protocolo médico em nota oficial, destacando o pesar pela perda de dois profissionais da equipe de reportagem.
Na trajetória profissional, Alice Ribeiro chegou à Band Minas em agosto de 2024, após passagem pela Band Brasília, atuando como repórter e apresentadora. Antes disso, havia trabalhado em uma afiliada da TV Globo em Feira de Santana, na Bahia. Ao longo de sua carreira, a jornalista demonstrou interesse em pautas sociais relevantes, com foco especial em temas relacionados ao autismo, indo ao encontro de sua vivência pessoal com o irmão.
A vida pessoal de Alice também era marcada pela dedicação à família. Ela era casada com João, um policial rodoviário federal, e deixou um filho de nove meses. Familiares próximos destacam a dedicação da jornalista ao trabalho e a forma humana com que tratava as pautas, buscando aproximar o público de problemáticas sociais de maneira sensível e informativa. A notícia da morte encefálica gerou comoção entre colegas e leitores, que acompanhavam de perto o desenrolar do quadro de saúde.
O acidente e o falecimento de Alice Ribeiro provocaram repercussão entre profissionais de imprensa e a comunidade, que prestaram homenagens e solidariedade aos familiares nas redes sociais. A Band Minas reiterou o compromisso com a qualidade jornalística e com o respeito às vítimas, enquanto as autoridades continuam apurando as circunstâncias do ocorrido na BR-381. Em meio à tristeza, permanece o legado de uma jornalista dedicada a reportagens humanitárias e a uma cobertura respeitosa de temas sensíveis, como o autismo, que marcaram sua atuação no jornalismo regional.
Encerramos este relato convidando você, leitor, a compartilhar suas lembranças ou mensagens de apoio à família e aos colegas de profissão nos comentários. Sua participação é importante para manter viva a memória de quem levou adiante a informação com empatia e profissionalismo.

