Ellen marca em retorno, chega a 51 gols e se torna maior artilheira da história do Bahia

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Na noite desta segunda-feira, 20, Ellen marcou o segundo gol na vitória do Bahia sobre o Flamengo pelo Campeonato Brasileiro Feminino, levando a equipe a uma performance memorável. Com o tento, a atacante consolidou-se como a maior artilheira da história da equipe, com 51 gols vestindo a camisa tricolor. A marca reforça Ellen como referência dos Mulheres de Aço, o grupo que sustenta o timaço com gols decisivos e presença constante no ataque.

Mais do que o feito em si, o momento ganha contornos ainda mais fortes por ser o retorno de Ellen aos gramados após quase um ano afastada por lesão no joelho. Contratada pelo Bahia em 2019, a atacante soma agora 96 partidas com a camisa do clube, consolidando uma trajetória marcada por superação, consistência e impacto direto nos resultados. Sua volta é vista pelos torcedores como símbolo de resiliência e continuidade do projeto feminino do clube.

Em termos de números, Ellen entra para uma lista de protagonistas do Bahia. Os 51 gols a colocam no topo da história do clube, e 2024 foi, sem dúvida, a temporada mais rentável de sua carreira, com 18 tentos anotados. No ano anterior, ela já havia deixado sua marca ao balançar as redes contra Flamengo, Internacional e Corinthians — três oportunidades que mostraram a capacidade de decidir partidas e manter a regularidade ao longo da campanha.

Além dos gols, o legado de Ellen no Bahia envolve influência dentro do vestiário, trabalho coletivo e um papel de inspiração para jovens atletas da cidade. Ao longo dos anos, a jogadora ajudou a elevar o patamar técnico da equipe das Mulheres de Aço e contribuiu para ampliar a visibilidade do futebol feminino na região, fortalecendo o sentimento de orgulho entre torcedores e moradores que acompanham cada duelo.

Como leitor, você percebe o impacto de uma goleadora com consistência e história como a de Ellen para o desenvolvimento do futebol feminino na cidade? Compartilhe sua opinião sobre a temporada 2024, a liderança das Mulheres de Aço e o caminho de atletas que retornam de lesões com desempenho ainda maior. Sua participação enriquece o debate sobre o futuro do esporte feminino na nossa região.

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