O governo federal autorizou a nomeação de 1.000 aprovados no concurso da Polícia Federal (PF), ampliando o número de vagas e abrindo caminho para o preenchimento de todo o quadro da PF. A medida foi formalizada pelo Decreto n.º 12.943 e publicada em edição extra do Diário Oficial da União, sob assinatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A expectativa é que a PF convoque até 1.370 novos servidores neste ano, incluindo as vagas iniciais do certame.
A autorização prevê a seguinte distribuição por cargos: 61 Delegado de Polícia Federal, 38 Perito Criminal Federal, 705 Agente da Polícia Federal, 176 Escrivão da Polícia Federal e 20 Papiloscopista da Polícia Federal. No total, esses cargos somam 1.000 nomeações, aumentando significativamente o quadro da instituição e acelerando o ritmo de reposição de vagas.
Atualmente, mais de 600 aprovados para o cargo de agente já estão em formação na Academia Nacional de Polícia (ANP). Com a nova autorização, o governo projeta a convocação de até 1.370 novos servidores ainda neste ano, distribuídos entre os cargos citados acima e incluindo as vagas já previstas no edital original. Essa ampliação busca reduzir o déficit de pessoal que impacta a atuação das áreas de fiscalização, investigação e perícia.
Detalhes da convocação, conforme o decreto, incluem a seguinte distribuição de vagas:
- Delegado de Polícia Federal: 61 vagas
- Perito Criminal Federal: 38 vagas
- Agente da Polícia Federal: 705 vagas
- Escrivão da Polícia Federal: 176 vagas
- Papiloscopista da Polícia Federal: 20 vagas
Além da convocação imediata, o governo assumiu o compromisso de autorizar o preenchimento de todos os cargos vagos nas carreiras policiais no segundo semestre de 2026. A medida permitirá a formação da quarta turma na ANP já no início de 2027, contribuindo para, pela primeira vez na história, deixar todos os cargos da PF efetivamente preenchidos, fortalecendo a atuação em áreas como combate ao crime, inteligência e perícia.
Observando o conjunto de ações, o governo busca não apenas ampliar o número de aprovados, mas também consolidar um cronograma de formação e nomeação que garanta estabilidade e continuidade na atuação da PF. O aumento de vagas é visto como resposta a demandas de segurança pública, com impactos diretos para a atuação regional em cidades e regiões do país, onde a polícia federal tem papel crucial na investigação criminal, fronteiras e cooperação internacional.
Seção de encerramento: a divulgação dessas medidas abre espaço para debates sobre planejamento de concursos, eficiência na formação institucional e impacto no cotidiano das cidades. Participe nos comentários: você acredita que esse avanço atenderá às necessidades de segurança da sua região? Quais cargos você acha que deveriam ter prioridade nos próximos passos? Compartilhe suas opiniões e dúvidas para enriquecer a conversa.

