EUA executa homem que estava há quase 50 anos no corredor da morte

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Resumo rápido: Os Estados Unidos registraram duas execuções nesta quinta-feira, envolvendo homens já há décadas no corredor da morte. Na Flórida, James Hitchcock, de 70 anos, foi executado por estupro e estrangulamento da sobrinha Cynthia “Cindy” Driggers, ocorridos em 1976. Hitchcock enfrentou quatro julgamentos, em 1977, 1988, 1993 e 1996, todos com condenação à pena de morte, e a Suprema Corte negou o pedido de suspensão no início do dia. A execução ocorreu por injeção letal, marcando a sexta do estado em 2026. No Texas, James Broadnax, de 37 anos, também foi executado por injeção letal pela morte de dois produtores musicais em 2008. O país mantém a pena de morte em 27 dos 50 estados. Na véspera, houve autorização para o uso do pelotão de fuzilamento em execuções, para agilizar o processo. Em 2024, o país recorreu pela primeira vez à morte por asfixia como opção, medida que gerou críticas internacionais.

Detalhes dos casos: Hitchcock confessou ter agido para impedir que a menina denunciaria o que ele havia feito. Ao longo de duas décadas, passou por quatro julgamentos: 1977, 1988, 1993 e 1996, sempre recebendo a pena máxima. Em todos eles, a decisão foi pela pena de morte, sem alterações; o caso seguiu até a Suprema Corte, que negou a suspensão da execução no dia.

Execução na Flórida: a aplicação ocorreu por meio de injecção letal no estado, representando a sexta execução local em 2026. Em coletiva, o porta-voz do Departamento de Correções da Flórida, Jordan Kirkland, informou a última refeição de Hitchcock: frango, salada, sorvete, torta e refrigerante.

Caso em Texas: também nesta quinta, no Texas, James Broadnax, 37, foi executado por injeção letal. Ele havia sido condenado pelo roubo e assassinato de dois produtores musicais em 2008.

Panorama da pena de morte: os Estados Unidos reconhecem a pena de morte em 27 dos 50 estados. Na semana anterior, o país autorizou o uso do pelotão de fuzilamento como método para realizar execuções, visando acelerar o processo. Em 2024, houve uma experiência de morte por asfixia, prática que recebeu fortes críticas por parte de organizações internacionais, entre elas a ONU.

Contexto e debate: os acontecimentos alimentam o debate sobre a validade e a humanidade da pena de morte, bem como sobre os limites éticos dos métodos de execução. Grupos de direitos humanos destacam a necessidade de avaliações rigorosas e de salvaguardas para evitar sofrimento desnecessário.

Participe: qual a sua opinião sobre a pena de morte e as mudanças de método anunciadas? Deixe seu comentário abaixo e compartilhe com seus contatos para abrir o debate na cidade.

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