O cantor Igor Kannário lamenta a morte de Izac Bruno Coni Silva, o Zau O Pássaro, cuja despedida repercute após a polêmica de 2025 envolvendo o uso do nome artístico Kannário. O caso, que marcou o pagode baiano, ganha contornos emocionais diante da sua perda.
Kannário, em publicação no Instagram, prestou solidariedade à família e aos fãs de Zau. Ele ressaltou que, antes de tudo, somos seres humanos, adotando assinatura de batismo na mensagem para enfatizar a empatia durante um momento de dor e memória da carreira de Zau no cenário do pagode local.

No decorrer de 2025, Kannário venceu na Justiça uma ação envolvendo o uso do apelido, com a decisão fixando multa de até R$ 100 mil caso Zau não cessasse de usar variações fonéticas do nome já registrado pelo artista no IPNI. Como desfecho, Zau passou a assinar como “O Pássaro”, uma mudança que ajudou a consolidar seu espaço no pagode baiano e permitiu parcerias, incluindo com Xanddy Harmonia.
A trajetória mostra como questões de marca e identidade podem influenciar a cena musical, mesmo em meio a perdas profundas. A mudança de assinatura de Zau, agora “O Pássaro”, abriu espaço para novas colaborações e reacendeu o debate sobre direitos de nome artístico no pagode.
E você, qual a sua opinião sobre casos de uso de nomes artísticos na música e a convivência entre direitos de marca e criação musical? Compartilhe seus comentários e experiências sobre o pagode baiano e as trocas de nomes no cenário musical.
