Lula e Trump conversaram quatro vezes desde 2025; relembre encontros

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Brasil e Estados Unidos mantêm diálogo ativo desde 2025, com Lula e o atual presidente norte?americano, Donald Trump, trocando quatro mensagens oficiais entre encontros presenciais e conversas telefônicas. A agenda comum foca em economia, tarifas e temas estratégicos, com um novo encontro presencial já alinhado para avançar acordos concretos.

O primeiro encontro ocorreu durante a 80ª Assembleia Geral da ONU, em Nova York, em setembro de 2025. No seu discurso, Trump descreveu Lula como “um homem muito agradável”, abrindo caminho para conversas sobre tarifas e cooperação econômica entre Brasil e EUA, ainda que as divergências permaneçam.

Em 26 de outubro de 2025, os dois se reuniram, de forma reservada, em Kuala Lumpur, na 47ª Cúpula da ASEAN, por cerca de 50 minutos. O tema central foi a redução de tarifas impostas por Trump a produtos brasileiros. Na ocasião, Trump já sinalizava admiração pela trajetória política de Lula, fortalecendo a ideia de cooperação pragmática.

Antes disso, em 6 de outubro de 2025, houve uma conversa por telefone. Lula solicitou o fim de sobretaxas sobre itens industriais brasileiros, que hoje chegam a 40%. Trump classificou o contato como “ótimo” e afirmou que economia, comércio liberal e cooperação estavam na pauta, com a promessa de um encontro presencial para avançar as tratativas.

Em 2 de dezembro de 2025, Lula ligou novamente para agradecer a retirada da sobretaxa de 40% sobre café, carnes e frutas, mas pediu celeridade na redução da tarifa de 22% sobre exportações brasileiras. Durante a ligação, foram discutidas estratégias de cooperação para enfrentar o crime organizado, com Lula defendendo o uso de dados de inteligência e a parceria para prender líderes de facções nos EUA.

O próximo encontro presencial está previsto para a Casa Branca, com formato mais direto e foco em resultados. Nos EUA, a prioridade recai sobre minérios estratégicos, em especial as chamadas terras raras, consideradas cruciais para defesa, tecnologia e semicondutores. No Brasil, o Itamaraty vê a reunião como oportunidade de reposicionamento diplomático, mantendo o diálogo com Washington sem alinhamentos automáticos a prioridades externas.

E você, o que pensa sobre esse diálogo entre Brasil e EUA? Deixe sua opinião nos comentários e compartilhe suas perspectivas sobre tarifas, comércio e segurança econômica entre as duas nações. Sua visão ajuda a entender o que está em jogo nesse movimento diplomático.

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