Em 2026, marcas de tabaco apostam na moda para tornar o cigarro um item fashion. A estratégia usa glamour para vender um hábito prejudicial à saúde, enquanto a narrativa sugere rebeldia. Especialistas alertam que as imagens não refletem a realidade dos riscos do tabaco.
Editorias e redes trazem estrelas como Hailey Bieber, Kylie Jenner, Sabrina Carpenter, Dua Lipa e Lily Rose Depp em cenas de cigarro, apresentadas como elegância e mistério. Na prática, o que se vê é uma retomada estética que mascara a dependência, os dentes manchados e o impacto na pele.
Essa estética não é apenas moda. O objetivo é reconquistar espaço entre jovens, mesmo com a queda dos cigarros brancos. Pesquisas apontam o crescimento de cigarros eletrônicos, vapes e narguiles entre as novas gerações, usando a imagem do cigarro como símbolo de estilo para manter a relevância.
A discussão fica: até que ponto celebridades em editoriais influenciam escolhas reais? Enquanto as fotos vendem liberdade, dados de saúde destacam riscos de dependência e danos à pele, aos dentes e à visão de mundo de quem consome essas mensagens.
Conte para a gente o que você acha dessa relação entre moda e cigarro. Você já percebeu esse tipo de narrativa nas suas redes ou revistas? Compartilhe nos comentários.




Final note: Este conteúdo foi elaborado para refletir as informações centrais do texto original, apresentando de forma clara e objetiva como a moda é usada para promover o cigarro, quais celebridades aparecem nesses editoriais e como as novas gerações escolhem entre cigarros tradicionais e opções como vapes e narguiles. A intenção é informar e provocar reflexão, mantendo a responsabilidade sobre a saúde e evitando amplificar mensagens que possam incentivar o consumo.
Gostou da leitura? Conte nos comentários o que você pensa sobre a relação entre moda, celebridades e o cigarro, e se já percebeu esse tipo de narrativa na sua cidade.
