Quem era Mariana Tanaka, filha de assessor do Lula que morreu atropelada no RJ

Publicado:

compartilhe esse conteúdo

A jovem Mariana Tanaka Abdul Hak, 20 anos, filha de Ibrahim Abdul Hak Neto — assessor especial do presidente Lula — e de Ana Patrícia Neves Abdul Hak, morreu após atropelamento no Rio de Janeiro. Ela chegara à cidade para iniciar um contrato com uma multinacional do setor cosmético e dar início a uma nova fase profissional.

O atropelamento ocorreu no sábado (16), em Ipanema, na zona sul, quando o motorista de uma van perdeu o controle ao tentar desviar de um ciclista e invadiu a calçada na esquina das ruas Vinicius de Moraes e Visconde de Pirajá. Mariana estava entre as pessoas atingidas. O corpo da jovem deve ser transferido para São Paulo após a liberação do Instituto Médico Legal do Rio (IML), prevista para segunda-feira (18).

Mariana era formada em Administração de Empresas pela ESCP Business School, campus de Turim, Itália. A jovem falava fluentemente inglês, espanhol e francês, e já havia morado na França, Reino Unido, Venezuela, Líbano e Bélgica. Desde janeiro de 2025 atuava como diretora de marketing em uma empresa italiana, responsável por recrutamento, gestão orçamentária e campanhas. Ela chegou ao Rio de Janeiro no mesmo dia do acidente para assinar o contrato com a multinacional de cosméticos.

O presidente Lula ligou ao pai da vítima para expressar solidariedade. Segundo a família, Ibrahim Abdul Hak Neto é diplomata de carreira e ocupa o posto de assessor especial no gabinete do presidente. A Ana Patrícia Neves Abdul Hak, mãe de Mariana, atua como cônsul-adjunta do Brasil em Buenos Aires.

Além de Mariana, duas pessoas ficaram feridas: a mãe, atendida no Hospital Municipal Miguel Couto, e um homem cuja identidade não foi divulgada; ambos receberam alta. A Polícia Civil investiga o acidente. As cerimônias de velório e sepultamento devem ocorrer na quinta-feira (21).

Compartilhe esse artigo:

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

ARTIGOS RELACIONADOS

Operação Agulha Oculta investiga coordenador legislativo por venda de Mounjaro paraguaio

Operação Agulha Oculta, da Polícia Civil de São Paulo, mira um suposto esquema de importação irregular e venda de tirzepatida — conhecida como...

Lava Jato: executivos são condenados a até 14 anos de prisão por fraude em licitações

A Justiça Federal no Paraná condenou seis executivos e operadores financeiros envolvidos em contratos fraudados com a Petrobras, em uma etapa remanescente da...

Operação Agulha Oculta investiga coordenador legislativo por venda de Monjaro paraguaio

Operação Agulha Oculta investiga a venda de Monjaro paraguaio e resultou na apreensão de 22 ampolas de tirzepatida, além de celulares, seringas, embalagens...