A convocação de Neymar para a Copa do Mundo de 2026 reacende o debate sobre o peso da camisa 10 na seleção brasileira e o sonho de interromper um hiato de 24 anos sem vencer a competição.
O The Guardian descreveu a decisão de manter Neymar, 34 anos, no grupo como uma “tentativa desesperada de criar o tipo de narrativa que Messi desfrutou na última edição do Mundial”, destacando o momento de pressão sobre o time brasileiro. O treinador italiano Carlo Ancelotti mantém o atacante como peça central nesta montagem para o torneio.
Enquanto isso, a referência mundial Messi mostrou por que é visto como parâmetro. Na Copa do Mundo do Qatar, o argentino anotou sete gols e deu três assistências, foi eleito o melhor jogador e ajudou a Argentina a encerrar um jejum de 36 anos sem título mundial.
No Brasil, nomes como Vinícius Júnior e Raphinha ainda não repetem, com a seleção, o impacto que exibem nos clubes europeus. Diante desse quadro, Neymar surge como uma aposta segura, visto por muitos como o caminho para reacender a esperança de vencer a competição.
A seleção brasileira está no Grupo C e abre a Copa do Mundo no dia 13 de junho contra o Marrocos, em Nova Jersey. Seis dias depois há confronto com o Haiti, na Filadélfia, e no dia 24 de junho encara a Escócia, em Miami, encerrando a fase de grupos.
