A Justiça da Colômbia proibiu, em decisão liminar, que Abelardo De La Espriella use a camisa da seleção em atos de campanha, afirmando que o símbolo pertence ao contexto esportivo e não político. A medida, divulgada pelo jornal El Tiempo, determina que o candidato não deve exibir a camiseta durante as eleições, evitando associar o símbolo a mensagens eleitorais.
O político da direita reagiu pelas redes sociais, sustentando que a camisa não pertence a nenhum partido e classificando a ordem como autoritária. A defesa afirmou que vestir as cores nacionais é uma expressão pacífica de amor ao país, e que ninguém pode impedir um colombiano de usar a camisa da sua seleção.
A camisa é símbolo nacional e possui restrições comerciais e políticas; o uso com fins eleitorais é visto como oportunista, escreveu Iván Cepeda. O candidato da esquerda criticou a decisão, questionando a utilização da peça para fins eleitorais em meio à proximidade da Copa do Mundo, em comunicação dirigida à Federação Colombiana de Futebol.
Com a Copa do Mundo no horizonte, o caso reacende o debate sobre os limites entre símbolos esportivos e políticos. A decisão liminar sustenta a cautela necessária para evitar que o patriotismo vire ferramenta de campanha. O tema segue com repercussão entre torcedores e políticos, e o público é convidado a acompanhar os desdobramentos e compartilhar suas opiniões nos comentários.
