Sub judice, Arthur Henrique termina na frente em eleição para o governo de RR

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Resumo: Em Roraima, a eleição suplementar aponta Arthur Henrique (PL) à frente com 60,87% dos votos válidos, mas a candidatura permanece sob investigação. O pleito também traz novas votações em outras cidades, incluindo cassações de mandato e disputas sub judice, e o calendário das eleições gerais de 2026 permanece em curso.

Em Roraima, Arthur Henrique liderou a apuração com 60,87% dos votos válidos, acompanhando o vice Velton (também do PL). Por ora, os votos obtidos por Arthur neste domingo não serão computados até que a Justiça determine o andamento final do processo; eles ficam guardados para eventual validação. Ao todo, 384.582 eleitores estavam aptos a votar, distribuídos em 1.483 seções, 350 locais de votação e nove zonas eleitorais. Os demais candidatos tiveram 35,72% (Soldado Sampaio e Tayla Peres, Republicanos) e 3,40% (Nelita Frank e Bartô Makuxi, PT).

O registro de Arthur Henrique e de Velton ficou sob avaliação após o TRE-RR indeferir, em 2 de junho, os cadastros por questões de desincompatibilização. Em 18 de junho, o TSE rejeitou pedido para suspender as campanhas, mantendo-os na disputa como candidatos sub judice, isto é, podem seguir até uma decisão final da Justiça Eleitoral.

A eleição suplementar em RR foi acionada após cassação do mandato do governador à época Edilson Damião e inelegibilidade do ex-governador Antonio Denarium, por abusos de poder político e econômico nas eleições de 2022. O TSE apontou uso da máquina pública, incluindo programas sociais, gastos com publicidade institucional e repasses irregulares de quase 70 milhões de reais a 12 dos 15 municípios do estado. Mesmo com esse pleito, o calendário para as eleições gerais de 2026 segue mantido, com votação prevista para outubro. Além de RR, eleitores de Reginópolis (SP), Tuiuti (SP), Amparo da Serra (MG) e Bonito de Minas (MG) aprovaram novas eleições de prefeito e vice, com mandatos provisórios até o fim do atual período.

Em Joviânia, GO, Elisberto da Retro (Podemos) venceu a disputa com 64,98% dos votos válidos (2.754), frente a Macaco (MDB), com 35,02% (1.484). A cidade havia realizado a eleição suplementar após cassação de mandatos em 2024 por captação ilícita de votos e abuso de poder econômico. Outros municípios citados seguem o mesmo formato de pleito, mantendo o cronograma eleitoral em andamento e mudanças pontuais nos mandatos até o encerramento deste ciclo.

E você, o que acha dessas decisões e das disputas que vão chegando ao fim? Deixe sua opinião nos comentários e compartilhe suas expectativas para as eleições de 2026.

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