Tânia Scofield destaca atuação da FMLF no Nordeste de Amaralina em apresentação de projeto habitacional”

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A presidente da Fundação Mario Leal Ferreira (FMLF), Tânia Scofield, apresentou nesta sexta-feira o novo plano de urbanização e requalificação da Comunidade do Pé Preto, no Nordeste de Amaralina. O projeto contempla 270 unidades habitacionais e áreas comerciais, com recursos federais do PAC, e enfatiza a participação ativa da comunidade no seu desenho e execução.

O que mais chamou a atenção, segundo Scofield, foi a condição de extrema vulnerabilidade vivida por essas famílias: ausência de esgoto, água, moradias construídas com sobras de materiais, telhas e lona. “Não vemos nem dez imóveis em alvenaria na situação anterior”, destaca a arquiteta ao detalhar o estágio inicial da intervenção.

O projeto adota uma abordagem transversal, integrando saúde, saneamento e mobilidade. Em parceria com os moradores, foram realizadas reuniões e um cadastro para entender a composição familiar, renda e escolaridade. A partir dessas informações, foi possível planejar a urbanização e as moradias de forma alinhada às reais necessidades da comunidade.

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Canteiro de obras na comunidade do Pé Preto. Foto: Eduarda Pinto / Bahia Notícias

O plano prevê 270 unidades habitacionais e boxes comerciais para que quem já atuava no comércio local possa manter suas atividades, sem a necessidade de verticalizar ou erguer prédios altos. “Cada família terá a própria casa, de forma isolada”, afirma a gestora.

Atualmente, as famílias vivem em aluguel social, com acompanhamento contínuo de assistentes sociais que promovem reuniões periódicas. A iniciativa representa o início da segunda fase das obras, com recursos federais do PAC, e marca a continuidade do trabalho já iniciado.

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Foto: Eduarda Pinto / Bahia Notícias

Segundo Scofield, a segunda fase prevê a conclusão total das obras e o retorno das famílias às novas moradias, com prazo estimado de cerca de dez meses. O acordo contempla o compromisso de que eles retornem aos imóveis já prontos, após o processo de regularização e adaptação ao novo espaço.

Palavras-chave: urbanização, moradias, Pé Preto, Nordeste de Amaralina, PAC, participação comunitária, aluguel social, boxes comerciais.

Agora, qual é a sua leitura sobre esse tipo de iniciativa? Você acredita que a participação da comunidade no desenho de obras públicas faz diferença nos resultados? Compartilhe sua opinião nos comentários.

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