Figueiredo ironizou Damares após a senadora não confirmar presença no evento de Flávio Bolsonaro para mulheres conservadoras
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Damares Alves rebate críticas de Paulo Figueiredo sobre o encontro de mulheres conservadoras, afirmando que não atua “atrás de um computador” e convidando o jornalista a visitá-la em Brasília. O episódio mostra tensões no universo bolsonarista e nos apoios dentro do campo conservador.
A senadora reagiu após o veículo de Figueiredo, aliado dos filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro, sugerir que Damares só aceitava convites se partissem de lideranças de esquerda. Em tom áspero, ele escreveu que, nesse caso, haveria união entre determinados grupos.
“Se fosse da Janja ou da Maria do Rosário, estariam todas unidas, certo?” afirmou o jornalista. Damares respondeu direto, dizendo que não a conheceria e convidando-o a passar um dia em seu gabinete para entender a “batalha contra o mal” que, segundo ela, envolve enfrentar criminosos e defender mulheres sem hesitar.
A senadora reforçou que atua “nas ruas, nas comunidades, nos municípios”, enfrentando pedófilos, corrupção e crime organizado de frente, sem depender de recursos virtuais. Ela ainda lembrou a passagem pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos durante o governo Bolsonaro, destacando ter sido escolhida por lideranças de peso para aquela função.
A troca de provocações ocorre em meio a divergências no campo bolsonarista, menções a uma disputa sobre palanque no Ceará e a recusa de alianças entre aliados do PL e outros nomes da direita. A senadora concluiu convidando Figueiredo a conhecê-la pessoalmente, desde que tenha coragem para encarar as batalhas reais.
Que essas disputas inspirem o debate público — compartilhe sua leitura sobre o episódio, as motivações dos seus protagonistas e o que isso significa para o atual cenário político no Brasil.
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