A leitura atual das manchetes traz a influenciadora digital Deoalane Bezerra, presa desde maio, de volta ao centro das atenções após novas informações sobre a operação policial ocorrida em 2022 na residência em que morava. A reportagem, exibida pela coluna de Fábia Oliveira no Metrópoles, aponta itens apreendidos que, segundo a delegacia, seriam falsificados, reacendendo o debate sobre o que a polícia levou durante a diligência.
A revelação ganhou contorno com o relato da delegada responsável pela operação, Maria Corsato, durante participação no podcast Café com Pires. Ela afirmou que tudo encontrado no imóvel era adulterado: “não tinha nada, não tinha dinheiro. O que ela tinha de relógio e joia era tudo falso. Mesmo sendo falso, a gente trouxe”, disse, destacando que, mesmo assim, os itens foram encaminhados pela equipe policial.
Entre as peças recolhidas, a polícia listou: um relógio dourado Bulgari, um relógio prateado Bulgari, um relógio dourado Rolex e um relógio prateado Rolex. A delegada acrescentou que o único modelo que não constava na lista de réplicas foi justamente o relógio dourado da Bulgari.
Além dessa diligência, a influenciadora já havia sido alvo de outras apreensões. Em 2024, um carro de luxo foi apreendido em sua mansão, em São Paulo, enquanto a advogada era investigada em uma operação contra uma Organização criminosa suspeita de lavagem de dinheiro e jogos ilegais. Essas informações reforçam o escrutínio sobre os ativos e as circunstâncias que cercam a defesa da influenciadora.
Esses desdobramentos mostram o ritmo da cobertura sobre figuras públicas envolvidas em investigações, onde cada novo documento ou declaração pode alterar a percepção pública sobre o caso. E você, o que acha dessas revelações sobre itens de alto valor em contextos legais? Deixe sua opinião nos comentários e participe da conversa.
