Exame toxicológico de PM morto após troca de taças dá negativo

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Mirelle Pinheiro

José Maria, cabo da PM, é encontrado morto após encontro com ex-companheira em Boa Viagem; toxicológico dá negativo

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Reprodução
cabo da Polícia Militar José Maria Alexandre da Silva Junior

Um cabo da Polícia Militar de Pernambuco (PMPE), José Maria Alexandre da Silva Júnior, 40 anos, foi encontrado sem vida após um encontro com a ex-companheira em Boa Viagem, na zona sul de Recife. O exame toxicológico já aponta resultado negativo, mas a causa da morte ainda não está esclarecida e é objeto de apuração pela Polícia Civil.

O resultado descarta, até o momento, a presença de substâncias entorpecentes no organismo do policial, mas não explica a razão da morte.

O laudo será encaminhado a outro médico do Instituto Médico Legal (IML) para confirmar a causa de morte com exatidão. A investigação fica a cargo da 3ª Delegacia de Homicídios de Pernambuco.

O episódio ocorreu no dia 11 de junho, quando José Maria teria passado mal no apartamento da ex-companheira, Helen Kelly de Lima Pedrosa, de 48 anos. O caso tem ganhado repercussão por indicar um histórico de dois lados em um relacionamento marcado por ciúmes, ameaças e tentativas de reconciliação após medidas protetivas.

Relatos da defesa apontam um possível episódio de troca de copos entre as bebidas energéticas consumidas pelo casal durante o encontro. Segundo o advogado da mulher, Helen alugava quartos no apartamento e usava copos identificáveis para esse fim. A defensora afirma que, diante de suspeitas, a cliente teria trocado as taças novamente após notar algo incomum, o que, segundo ela, não impede a tentativa de reconciliação nem explica a morte.

De acordo com os relatos, José Maria ainda retornou ao apartamento após o expediente e, segundo informações, começou a apresentar sintomas como espuma na boca e lábios arroxeados. Equipes da PM foram acionadas, mas o óbito foi confirmado no local. A polícia civil afirma que não há confirmação de envenenamento nem identificação de suspeitos até o momento, e a apuração segue com a delegacia de homicídios.

A investigação continua em andamento, buscando esclarecer a necessidade de um possível responsável, bem como as circunstâncias que cercam a morte. O caso permanece aberto na 3ª Delegacia de Homicídios de Pernambuco, sem conclusão até o momento.

E você, o que acha que pode ter acontecido? Deixe seu comentário e compartilhe sua opinião sobre este caso que envolve relações, acusações e uma morte ainda sem explicação definitiva.

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