Jovem resgatado após 5 dias sob escombros na Venezuela louva a Deus: ‘Ele enviou anjos’

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Resumo: Aaron Cantillo, 21 anos, foi resgatado com vida após 106 horas sob os escombros de um prédio em Caraballeda, Venezuela, em meio a uma sequência de abalos sísmicos que deixaram saldo devastador. As autoridades apontam saldo preocupante de vítimas e desabrigados, enquanto imagens de satélite da NASA mostram a extensão da destruição no norte do país.

Cantillo foi salvo após uma bateria de 43 horas de resgate, sendo a única pessoa localizada com vida entre os escombros. Em sua primeira fala após o resgate, ele atribui a força a Deus e agradece aos bombeiros e às equipes de resgate que não desistiram. “Sou apenas um homem comum que ficou cinco dias debaixo do prédio, mas estou aqui, graças a Deus”, afirmou, destacando os ‘anjos’ — as pessoas que o encontraram, cuidaram dele e acompanharam cada passo da operação.

Comentários de respaldo nas redes Em seguida, uma postagem de Delcy Rodríguez reforçou o reconhecimento aos esforços da Defesa Civil e aos grupos internacionais envolvidos no resgate, lembrando a importância da cooperação diante da tragédia.

Tras 106 horas atrapado y una operación de rescate de 43 horas, Aaron Levi Cantillo fue rescatado con vida. ¡Reconocimiento a Protección Civil y a todos los grupos internacionales involucrados! pic.twitter.com/pjsRaeiqEl

Tragédia continua: Os terremotos, de magnitudes 7,2 e 7,5, atingiram a Venezuela na última semana, derrubando construções e provocando destruição em várias cidades, especialmente nos estados de La Guaira e áreas próximas a Caracas. O balanço oficial aponta 1.719 mortes, 5.034 feridos, 15.866 desabrigados e cerca de 50 mil desparecidos, segundo a ONU. Além disso, a avaliação preliminar da NASA indica que mais de 58 mil edifícios foram danificados ou destruídos.

As operações de resgate seguem com dificuldades e sob condições desafiadoras, enquanto a população enfrenta perdas severas de moradias e serviços. Organizações internacionais continuam mobilizando ajuda humanitária para atender às necessidades emergenciais da região.

E você, qual a sua leitura sobre a resposta das autoridades e a mobilização de ajuda diante de uma crise de proporções tão amplas? Compartilhe seus pensamentos nos comentários e participe da conversa sobre como comunidades podem se organizar para enfrentar desastres naturais dessa magnitude.

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