Resumo: Eduardo Paes, apoiado pelo PSD, busca costurar uma aliança ao Senado com Benedita da Silva (PT) e Pedro Paulo (PSD). Em 5 de julho, ele deve liderar encontros com o atual prefeito do Rio, Cavaliere, e deputados petistas para alinhar a chapa, enquanto PT e PSD trabalham para superar divergências que atrapalham a construção de apoios mútuos.
O PSD confirmou, em 16 de junho, o apoio a Pedro Paulo para disputar a vaga no Senado, destacando o parlamentar como peça central da estratégia de Paes. Pedro Paulo é um dos principais aliados do ex-prefeito no Rio, o que facilita a costura do bloco entre siglas amigas.
A pré-candidatura de Benedita da Silva foi anunciada em abril de 2026, com o aval da direção nacional do PT, o que adiciona dinamismo à montagem da chapa. Paes busca consenso para evitar que as candidaturas ao governo e ao Senado sebrasem votos, mantendo a coesão da aliança.
Apesar de Paes manter vantagem nas pesquisas, o alinhamento PT-PSD ainda enfrenta entraves, com leituras distintas sobre como conduzir o governo estadual e a campanha ao Senado. O encontro de domingo é visto como tentativa de reduzir ruídos e consolidar o eixo de apoio a Paes, evitando fissuras internas.
Dados públicos indicam Paes líder nas sondagens, o que aumenta a pressão para que as conversas avancem sem abrir brechas para disputas internas. A disputa no Rio promete ser acirrada, com cada sigla buscando manter influência no cenário político local e nacional.



Caso queira acompanhar o desenrolar da costura entre PSD e PT, fique de olho nos próximos desdobramentos. O cenário para o Rio de Janeiro continua aberto, com Paes buscando consolidar apoio sólido para o Senado ao lado de aliados estratégicos.
E você, o que acha dessas composições de alianças para 2026? Deixe seu comentário abaixo com sua percepção sobre as chances de Paes, Benedita e Pedro Paulo ampliarem o arco de apoio e como isso pode impactar o pleito no estado.
