PT encomendou uma nova pesquisa interna para avaliar o nome do Patrus Ananias e outras filiações para ajudar na decisão
Resumo: O PT de Minas está revisando opções para o palanque de Lula no estado por meio de uma nova pesquisa interna, com Patrus Ananias entre os nomes testados, em meio à resistência de candidatos já cogitados e à corrida contra o tempo antes das convenções de julho.
No contexto de Belo Horizonte, Patrus Ananias tem mostrado cautela sobre liderar a chapa. O coordenador de campanha dele, o vereador Belo-Horizontino Pedro Patrus, afirmou que ele não foi procurado pelo PT para tratar do tema e que continua pré-candidato a deputado federal. Mesmo assim, o partido mantém o nome sob avaliação, buscando uma opção competitiva.
O PT mineiro encara um cenário difícil para o palanque de Lula no estado. A primeira aposta foi o senador Rodrigo Pacheco, do PSB, que recusou o papel. Alianças com PDT, de Kalil, e MDB, de Gabriel Azevedo, não decolaram, e Marília Campos, favorita para avançar sozinha, também não aceitou concorrer ao governo, deixando o partido sem opções fortes no momento.
Patrus Ananias aparece como uma das várias opções mencionadas por diferentes correntes do PT, especialmente após Marília Campos insistir em concorrer ao Senado. O PT continua avaliando nomes para compor uma chapa capaz de atrair apoio e votos suficientes no estado.
Nova pesquisa interna
O PT mineiro encomendou uma nova sondagem para testar alternativas, incluindo Patrus Ananias. A última pesquisa apontou Marília Campos à frente, com aproximadamente 20% das intenções de voto, com Reginaldo Lopes e Rogério Correia entre 10% e 15%. A expectativa é definir o nome até 20 de julho, data em que começam as convenções para as candidaturas de outubro.
Além de Patrus, o partido já cogita nomes como Reginaldo Lopes, Rogério Correia, Paulo Guedes, Macaé Evaristo, André Quintão e Daniel Sucupira. Também surge a possibilidade de uma aliança entre MDB e PT, com Gabriel Azevedo como alternativa ao palanque nacional.








Além disso, o PT cogita uma possível aliança entre MDB e PT em nível nacional, com Gabriel Azevedo como opção caso essa leitura se viabilize, mantendo o assunto em aberto até as convenções.
