O deputado estadual Diego Castro (PL) rebateu as críticas do ex-governador Rui Costa (PT) sobre o uso de celulares por políticos durante visitas a unidades públicas, além de acusações de que haja invasões a hospitais e escolas. Castro afirma que essas visitas integram a função de fiscalização prevista em seu mandato e visam avaliar a gestão dos serviços públicos, não invadir o espaço das instituições.
Costa havia criticado a atuação da oposição, sugerindo que as inspeções vistas como um marina de ações políticas acabam desqualificando o trabalho de controle. Em resposta, Castro sustenta que as visitas a hospitais, escolas e outros órgãos estaduais têm como objetivo verificar a prestação dos serviços e a correta aplicação de recursos públicos, assegurando transparência na gestão.
“Quem invade é o MST. Eu cumpro o meu dever constitucional de fiscalizar a aplicação do dinheiro público e o funcionamento dos serviços oferecidos à população. Fiscalização não é invasão”, afirmou o deputado. Ele ressaltou que seguirá visitando unidades públicas e criticou o que chamou de tentativa de intimidar parlamentares da oposição. Para ele, os problemas encontrados durante as fiscalizações justificam a divulgação dos registros.
A fala de Castro reforça o compromisso com um trabalho de acompanhamento direto das unidades de saúde, educação e demais órgãos estaduais, buscando esclarecer como os recursos são usados e como os serviços chegam à população. A defesa da transparência ganha papel central na disputa política, com a oposição cobrando o avanço de medidas que ampliem o controle social sobre a administração pública.
E você, qual a sua opinião sobre o papel da fiscalização parlamentar na gestão dos recursos públicos? Compartilhe nos comentários como enxerga esse equilíbrio entre fiscalização, transparência e atuação política no dia a dia das instituições públicas.
