Discussão por fezes de cachorro termina em agressão em MG

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Minas Gerais

Vítima acusa policial penal de agressão após descarte de fezes de cachorro na calçada da residência da suspeita, em Sabará

martin-dm/Getty Images
foto colorida mulher recolhendo fezes de cachorro

Belo Horizonte — A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) investiga uma discórdia entre vizinhas, no bairro Ana Lúcia, em Sabará, Região Metropolitana, após agressões que teriam sido motivadas por o descarte de fezes de cachorro na lixeira da residência de uma das envolvidas. A informação foi publicada pelo Metrópoles, parceiro do PrimeiroJornal.

Segundo a vítima, estava passeando com os cães quando foi atacada pela vizinha com spray de pimenta, puxões de cabelo e socos. A denunciante afirma que o ataque teve como motivação o descarte das fezes dos animais na lixeira da residência da suspeita.

Durante o registro das imagens do circuito de segurança, a vítima é vista caminhando com os cães pela calçada quando a policial penal se aproxima e arremessa contra ela um saco com fezes de cachorro, supostamente descartadas horas antes na rua.

Outro caso — Em boletim de ocorrência obtido pelo jornal, também no Ana Lúcia, uma moradora relatou incômodos constantes da tutora do cachorro, incluindo ofensas e novas agressões com fezes jogadas na casa da solicitante. A autora das queixas afirmou que a vizinha dizia que o marido da vítima não a suporta e chegou a dizer que iria para o bar por não a tolerar. A PCMG informou que apura uma lesão corporal registrada no dia 20 de julho; outras informações serão repassadas oportunamente.

O que diz a Sejusp — A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), em nota, informou que o ocorrido ocorreu fora do horário de trabalho da servidora e que o spray utilizado é particular, não pertencente à Polícia Penal. Ressaltaram que a atitude não condiz com as diretrizes da corporação e que desvios de conduta são apurados com rigor, pelo sistema de Corregedoria, assegurando o devido processo legal.

A defesa da vítima disse que o espaço para manifestação permanece aberto e que não houve tentativa de solução amigável. Não foi possível contato imediato com a defesa da acusada até o momento.

Crédito: martin-dm/Getty Images

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