A ala do PDT reage às críticas de Alexandre Kalil a Lula e ao PT, chamando o ex-prefeito de Belo Horizonte de “novo Ciro Gomes”. Enquanto isso, Kalil não comparece à convenção nacional do PDT, em Brasília, onde Lula recebe o apoio da sigla.
A leitura interna feita por membros da bancada tem visto Kalil repetindo, segundo a avaliação, traços da atuação de Ciro Gomes quando integrou o PDT, especialmente nos ataques ao PT. Entre aliados, uma fonte resumiu o momento: Lupi agora tem que lidar com um novo Ciro, sinalizando o grau de tensão e a força dos sentimentos divergentes dentro do partido.
A convenção nacional do PDT, realizada em Brasília, contou com a presença de Lula, ao lado do presidente nacional da legenda, Carlos Lupi, e do ministro Wolney Queiroz. O PDT foi o primeiro a declarar apoio à reeleição do petista, consolidando a aliança entre o governo e a sigla. Kalil, porém, não participou do evento, o que acirrou o clima nos bastidores da legenda.
A frustração na ala favorável a Lula ganhou status público após a ausência de Kalil na convenção, aumentada pela leitura de que o ex-prefeito mantém posição crítica em relação aos próprios dispositivos do PDT e ao PT. Em meio a isso, Kalil continua sendo observado como pré-candidato ao governo de Minas Gerais, com repercussões sobre a costura política para as disputas locais.
O momento ilustra um PDT em processo de reajuste de alianças e de leitura de lideranças, entre o discurso de sorlidade com o governo federal e a imagem de nomes fortes que já atuam como protagonistas em estados-chave. Como isso pode influenciar o equilíbrio entre apoio a Lula e ambições regionais? Deixe sua opinião nos comentários e conte o que você pensa sobre o papel do PDT nesse cenário.




