Polícia apreende R$ 100 mil com venda de canetas ilegais de Mounjaro no Norte da Bahia

Escrito por: Diógenes Cunha

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Resumo jornalístico
Ação conjunta apreende medicamentos e canetas de aplicação de emagrecedores em Paulo Afonso (BA) e Maceió (AL). Operação Caneta Fake envolveu cerca de 15 mandados e aponta prejuízo de quase R$ 100 mil. Delegacia de Paulo Afonso (18ª Coorpin) coordena, com apoio de DPT; Alagoas participou por meio da Polícia Civil local e Oplit.

Paulo Afonso, BA — Uma ação conjunta deflagrada nesta quinta-feira (6) apreendeu medicamentos, incluindo as canetas emagrecedoras de Mounjaro (tirzepatida), vendidas de forma ilegal, na região de Paulo Afonso, na Bahia, que faz fronteira com Sergipe e Alagoas, além de ocorrência em Maceió, Alagoas. A operação, denominada Caneta Fake, contou com a participação da Delegacia de Paulo Afonso, vinculada à 18ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (18ª Coorpin), com apoio de demais unidades da Polícia Civil e do Departamento de Polícia Técnica (DPT).

Ao todo, foram cumpridos mais de 15 mandados de busca e apreensão em Paulo Afonso e em Maceió. Entre os itens apreendidos estão medicamentos à base de tirzepatida e retatrutida, que, segundo a polícia, eram vendidos sem autorização da Anvisa e sem comprovação de origem lícita. Além disso, foram recolhidas canetas aplicadoras, seringas, agulhas, cápsulas e comprimidos sem identificação, recipientes para armazenamento, receituários, registros de atendimentos, documentos, celulares e computadores; todo o material deverá passar por perícia.

A operação foi coordenada pela delegacia de Paulo Afonso, vinculada à 18ª Coorpin, com o apoio de outras unidades da Polícia Civil e do Departamento de Polícia Técnica (DPT). Em Alagoas, os mandados foram cumpridos com o apoio da Polícia Civil do estado, por meio do Núcleo de Planejamento Operacional (NPO) e da Operação Policial Litoral Integrada (Oplit).

Segundo a polícia, o material será submetido à perícia para apurar procedência e regularidade. A investigação continua para esclarecer a cadeia de distribuição dos produtos, que eram comercializados, armazenados e aplicados sem controles sanitários adequados.

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