Resumo: Cametá, Pará — professora é atacada por aluna com faca na Escola Estadual Dr. Gerson dos Santos Peres. A docente foi encaminhada ao hospital e não há risco de morte. A adolescente, menor de idade, é investigada pela Polícia Civil; faca foi encontrada na lixeira da escola; Conselho Tutelar foi acionado. Palavras-chave: professora, Cametá, Pará, ataque com faca, escola pública, adolescente, Polícia Civil, Conselho Tutelar.
Cametá, Pará – Na noite de sexta-feira, 12 de setembro de 2026, uma professora da Escola Estadual Dr. Gerson dos Santos Peres (GESP) foi ferida após ser atingida por golpes de faca desferidos por uma aluna, cuja identidade não foi divulgada, segundo informações apuradas. A(…) Betânia de Almeida Prestes, a docente, foi golpeada nas costas durante uma luta pela arma branca e precisou de atendimento médico.
O ataque ocorreu quando Betânia estava sozinha na sala com a adolescente, que não teve o nome divulgado. A câmera de segurança instalada no entorno da sala registrou o momento, mostrando a estudante aproximando-se da mesa da professora e, de posse da faca, avançando para o ataque.
A professora foi socorrida por funcionárias da escola e encaminhada ao hospital. Aos policiais, a adolescente informou ter usado uma faca de caça para golpear a professora e afirmou que não gosta de Betânia. A versão será apurada pela Polícia Civil do Pará.
Em nota, a escola informou que Betânia foi encaminhada ao Hospital Regional de Cametá. Em seguida, a docente passou por uma tomografia no Hospital Marilac, que confirmou que a perfuração não atingiu nenhum órgão vital.
“A professora permanecerá hospitalizada em observação por 12 horas no Hospital Regional. Passadas as 12 horas, ela passará por outra tomografia para reavaliar o quadro”, esclareceu a unidade pública de educação.
A faca utilizada foi localizada dentro de uma lixeira da escola. O caso é
– investigado pela Polícia Civil do Pará. O Conselho Tutelar também foi acionado, uma vez que a aluna é menor de idade. A polícia continua com as apurações para entender as circunstâncias do ataque e possíveis medidas de proteção para as parte envolvidas.
Este episódio reforça a necessidade de protocolos de segurança nas escolas da região de Cametá e o acompanhamento de casos envolvendo menores de idade em situações de violência. O PrimeiroJornal continuará acompanhando o desdobramento das investigações e atualizações sobre a saúde da professora.

Crédito: Reprodução/Web
