Ação da SEPPEN no Instituto Penal Oscar Stevenson, em Benfica (RJ), resulta na apreensão de 20 celulares, 3 chips e mais de 6 kg de entorpecentes, além de cigarros. Diligências começaram após movimentação atípica na comunidade do Arará e sobrevoo de drone; material será apresentado na 21ª DP (Bonsucesso). A sindicância apurará condutas, com apoio da Coordenação de Unidades Prisionais Femininas.
Rio de Janeiro – No sábado, 12 de setembro de 2026, a Secretaria de Estado de Polícia Penal (SEPPEN) deflagrou a Operação Illicitus no Instituto Penal Oscar Stevenson, localizado em Benfica, na cidade do Rio de Janeiro. A ação ocorreu nas primeiras horas do dia, após policiais penais perceberem movimentação atípica na comunidade do Ararã, nas cercanias da unidade, e a circulação de um drone sobre o perímetro.
Durante as diligências, foram apreendidos 20 celulares, três chips e mais de seis quilos de entorpecentes, além de grande quantidade de cigarros ensacados, conforme informado pela SEPPEN. A polícia identificou a cela para a qual o material seria encaminhado, o que levou à redistribuição das internas envolvidas para outros espaços e à instauração de uma sindicância para apurar as condutas envolvidas.
A ação contou com a participação de agentes do próprio Instituto Penal, com apoio da Coordenação de Unidades Prisionais Femininas e da área de Cidadania LGBTQIA+. As evidências coletadas serão encaminhadas à 21ª Delegacia de Polícia (Bonsucesso), e as imagens de câmeras de segurança serão entregues à Polícia Civil para subsidiar as investigações e a responsabilização dos envolvidos.
Segundo a Secretaria, desde o início da Operação Illicitus, em agosto deste ano, já foram apreendidos mais de 750 celulares e mais de 15 kg de drogas em estabelecimentos prisionais do estado. A SEPPEN destacou que tais ações sistemáticas são fundamentais para o enfraquecimento do crime organizado e reiterou o compromisso com a transparência pública e a legalidade no sistema prisional.
Imagens captadas por câmeras devem colaborar com as investigações, e a polícia pretende responsabilizar os envolvidos. A operação segue ampliando o controle de itens proibidos dentro das unidades prisionais estaduais, reforçando o trabalho de fiscalização e segurança pública no Rio de Janeiro.

Crédito: Divulgação/Polícia Penal
