Resumo: PF extradita argentino procurado pela morte do próprio pai, na Argentina. No Brasil, o homem havia sido preso em agosto por calúnia após acusar gerente de hotel em Copacabana de cárcere privado. A operação envolveu PF, Deat e MPRJ; embarcou do Galeão rumo à Argentina.
Rio de Janeiro – A Polícia Federal extraditou, nesta sexta-feira, um argentino procurado na Argentina pelo homicídio do próprio pai, ocorrido em julho do ano passado. No Brasil, o estrangeiro havia sido preso em agosto do mesmo ano após denúncia de cárcere privado feita contra o gerente de um hotel em Copacabana.

Crédito: Divulgação/PF
A corporação informou que, durante o período de custódia no Brasil, atuou em conjunto com a Delegacia Especial de Apoio ao Turismo (Deat) e o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) para manter o estrangeiro sob custódia preventiva até a expedição do mandado de prisão para fins de extradição pelo STF.
Segundo a PF, durante esse período, a corporação atuou em conjunto com a Delegacia Especial de Apoio ao Turismo (Deat) e o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) para garantir a permanência do estrangeiro sob custódia preventiva até que o Supremo Tribunal Federal (STF) expedisse o mandado de prisão para fins de extradição.
Com a expedição da medida, policiais federais cumpriram a ordem nesta sexta-feira, em atuação do Núcleo de Cooperação Internacional da PF no Rio de Janeiro (NCI/Interpol), em colaboração com autoridades argentinas. O estrangeiro embarcou no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro (Galeão) com destino à Argentina, onde ficará à disposição das autoridades locais para responder pelos crimes pelos quais é procurado.
Fonte oficial aponta que o objetivo da extradição é permitir que as autoridades argentinas prossigam com os desdobramentos do caso, conforme informações repassadas pela PF e pelos órgãos envolvidos na cooperação internacional.
