Resumo: Em agosto, o Brasil registrou superávit comercial de US$ 7,4 bilhões, impulsionado por petróleo, soja, cobre e café. Exportações cresceram 12,2%, levando a corrente de comércio a US$ 58,9 bilhões — o maior para agosto na série histórica. Setores destaque: extrativa, transformação e agropecuária; destinos principais: Ásia, Europa e América do Norte. Palavras?chave: comércio exterior, superávit, MDIC, agosto, Brasil.
Brasil registra superávit de US$ 7,4 bilhões em agosto, impulsionado por petróleo, soja, cobre e café. Conforme dados divulgados pelo Ministério da Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o resultado representa crescimento de 23,8% frente ao mesmo mês de 2025. A corrente de comércio atingiu US$ 58,9 bilhões, o maior valor já registrado para agosto na série histórica, com exportações avançando 12,2% e importações 9,2%.
Exportações por setores e padrões de crescimento. O aumento das vendas externas foi liderado pela indústria extrativa, seguida pela indústria de transformação e pelo agronegócio. Exportações por setor:
- Indústria extrativa: US$ 8,3 bilhões (+16,4% ante agosto de 2025);
- Indústria de transformação: US$ 17,2 bilhões (+10,2%);
- Agropecuária: US$ 7,4 bilhões (+11,4%).
Produtos em destaque: Indústria extrativa teve?? significativas em minérios de cobre e concentrados (+223,1%), minérios de níquel e concentrados (+120,7%), petróleo bruto (+18%); ferro, (+20%). Na indústria de transformação, avanços em combustíveis (+61,6%), carnes de aves (+40,5%) e farelos de soja e outros alimentos para animais (+36,6%). No agronegócio, soja (+14%), café não torrado (+24,1%) e animais vivos, exceto pescados e crustáceos (+174,3%).
Carne bovina recua 19,7% na comparação com agosto do ano anterior, em função da cota chinesa. O território asiático estabeleceu, no fim do ano passado, um teto de importação de 1,106 milhão de toneladas para a carne brasileira; excedente pode sofrer sobretaxa de 55%.
Destinos das exportações Os envios brasileiros atingiram os principais mercados globais, mantendo cultivo de demanda na Ásia, Europa e América do Norte, com a Ásia respondendo por US$ 13,6 bilhões (variação de +0,7%), Europa US$ 7,3 bilhões (+22,1%), América do Norte US$ 4,6 bilhões (+11,5%) e América do Sul US$ 3,6 bilhões (-1,5%). Dados completos para a África não foram fornecidos no trecho disponível.
Crédito: Agência Brasil
Crédito: Agência Brasil
Resumo: Brasil fecha agosto com superávit de US$ 55,3 bilhões na balança comercial no acumulado de janeiro a agosto; exportações somam US$ 250,9 bilhões e importações US$ 195,5 bilhões. Projeções para 2026, divulgadas pelo MDIC, apontam US$ 90 bilhões de superávit, com exportações de US$ 394,4 bilhões e importações de US$ 304,4 bilhões. O Focus projeta US$ 78 bilhões de superávit para este ano. Exportações para os EUA avançaram 12,1% frente a agosto do ano anterior.
Brasil apresenta resultado positivo na balança comercial com dados do MDIC apontando um superávit de US$ 55,3 bilhões no acumulado de janeiro a agosto. As exportações alcançaram US$ 250,9 bilhões, (+10,3%), enquanto as importações somaram US$ 195,5 bilhões, (+6,1%).
Exportações para os Estados Unidos cresceram 12,1% na comparação com agosto do ano anterior, mesmo diante das tarifas de 25% e de 12,5% sobre determinados produtos brasileiros.
Importações por categoria – Bens intermediários: US$ 15 bilhões (+3,1%); Bens de consumo: US$ 3,9 bilhões (+15%); Bens de capital: US$ 3,9 bilhões (+29,3%); Combustíveis: US$ 3 bilhões (+7,4%).
Projeções para 2026 – Em julho, o MDIC revisou para cima as estimativas: o superávit esperado subiu de US$ 72,1 bilhões para US$ 90 bilhões. A previsão de exportações subiu de US$ 364,2 bilhões para US$ 394,4 bilhões, e a de importações de US$ 292,1 bilhões para US$ 304,4 bilhões. A próxima previsão deve ser divulgada em outubro.
Conforme o boletim Focus, divulgado pelo Banco Central, os analistas projetam um superávit de US$ 78 bilhões para este ano, indicador superando algumas expectativas do mercado e apontando maior otimismo em relação à balança comercial brasileira.
