Malafaia chama Moraes de “desgraçado” por intimar Bolsonaro em UTI

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O Embate no Hospital: Malafaia Critica Moraes por Intimação a Bolsonaro em UTI

O pastor Silas Malafaia visitou o ex-presidente Jair Bolsonaro no Hospital DF Star, em Brasília, e criticou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), por ter intimado Bolsonaro, que estava internado na UTI. Malafaia questionou a atitude do ministro, sugerindo que a situação seria diferente se fosse um parente de Moraes internado. Bolsonaro estava se recuperando de uma cirurgia para tratar uma obstrução intestinal.

“Queria saber se tivesse internado um parente de Alexandre de Moraes e que recebesse um oficial de justiça, e que o parente dele estivesse no CTI… Eu queria ver o banzé que esse ministro desgraçado ia fazer! Eu queria saber se ele ia mandar… O que ele mandaria? Prender o hospital inteiro?”

Malafaia expressou sua indignação com a atuação de Moraes, enfatizando a falta de sensibilidade do ministro em relação ao estado de saúde de Bolsonaro. O ex-presidente estava sob cuidados médicos rigorosos, impossibilitado de receber visitas no leito.

Após uma longa cirurgia para corrigir uma obstrução intestinal, Bolsonaro seguia em observação na UTI. Malafaia realizou sua visita após uma reunião da bancada do PL, que contou com uma missa conduzida pelo Padre Kelmon em frente ao hospital.

Citação no Hospital

O STF optou por citar Bolsonaro no hospital devido a uma live realizada pelo ex-presidente que resultou em uma denúncia por suposta tentativa de golpe. Bolsonaro e outros integrantes da organização mencionada foram citados para se defenderem no processo. Parte da equipe do ex-presidente considerou a intimação descabida, dada a condição de saúde de Bolsonaro.


Intimação no Hospital

  • Uma oficial de Justiça procurou Jair Bolsonaro no Hospital DF Star para notificá-lo formalmente sobre a abertura do processo no STF. A ação gerou críticas de aliados do ex-presidente, questionando a necessidade de tal medida enquanto ele se recuperava na UTI.
  • “Não custava nada esperar mais um dia, dois dias ou uma semana, até ele deixar a UTI. Isso em nada mudará o curso do processo”, argumentou um interlocutor do ex-presidente.

A controvérsia envolvendo a intimação a Bolsonaro no hospital alimentou debates sobre o respeito à privacidade e às condições de saúde dos envolvidos, gerando discussões sobre a sensibilidade e o timing necessários em procedimentos legais em situações delicadas como essa.

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