Autoridades iranianas afirmam que o bombardeio a uma escola na cidade de Minab, província de Hormozgan, no sul do Irã, deixou mais de 150 mortos, entre eles muitas crianças. O ataque, ocorrido no fim de semana, não teve confirmação independente sobre o número de vítimas. O New York Times aponta que o ataque pode ter sido realizado por forças americanas, sem que Washington ou Jerusalém tenham confirmado oficialmente a responsabilidade.
A investigação do New York Times usa imagens de satélite, vídeos verificados e relatos em redes sociais para situar o ataque no mesmo momento em que outros alvos foram atingidos perto de uma base naval da Guarda Revolucionária, próximo ao Estreito de Ormuz, no sul do Irã. Dois funcionários norte-americanos não identificados disseram à Reuters que é provável que as forças dos EUA tenham sido responsáveis pelo ataque. O Pentágono anunciou que está investigando o episódio, e o secretário de Defesa americano, Pete Hegseth, afirmou que as forças americanas “nunca atacam civis”.
A agência francesa Le Monde confirmou, com base em suas próprias apurações, que havia crianças entre as vítimas. A AFP não conseguiu confirmar o número de vítimas nem as circunstâncias do bombardeio. As diferentes fontes oficiais destacam versões distintas: o New York Times sustenta a hipótese de ataque americano, enquanto autoridades iranianas apontam para ações contra alvos navais nas proximidades.
O caso ocorre em meio à escalada de hostilidades no Oriente Médio, com desentendimentos entre EUA, Irã e seus aliados. Até o momento, nem os Estados Unidos nem Israel confirmaram oficialmente o ataque à escola de Minab. As investigações devem esclarecer responsabilidades e impactos dessa operação em uma região já marcada por conflitos.
E você, o que acha sobre as informações apresentadas pelo New York Times e por outras fontes? Deixe sua opinião nos comentários e compartilhe seu ponto de vista sobre quem pode ter sido responsável pelo bombardeio na escola de Minab e como isso se encaixa no contexto da atual situação no Oriente Médio.

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