Após a exoneração de mil servidores do Governo do Rio de Janeiro ordenada pelo governador em exercício, Ricardo Couto, deputados ameaçam divulgar uma suposta lista de amantes de desembargadores que recebiam sem trabalhar na ALERJ. A informação foi divulgada pela jornalista Vera Araújo.
Desde 23 de março, o desembargador que assumiu interinamente o Executivo tem demitido, em média, 39 pessoas por dia. Ao todo, 1.419 servidores foram desligados até a última quarta-feira (29), segundo o governo, com a Casa Civil e a Secretaria de Governo à frente das ações.
O grupo ligado ao atual presidente da ALERJ, Douglas Ruas (PL), e ao ex-governador Cláudio Castro, não reagiu bem ao anúncio. Nos bastidores, a leitura é de que a estratégia busca constranger institucionalmente e desviar a atenção das exonerações promovidas no Executivo estadual.
A expectativa é que o número de exonerações ainda aumente. Segundo o portal UOL, as demissões decorrem de auditoria na gestão das secretarias e das entidades da administração indireta, incluindo empresas estatais, e serão efetivadas à medida que os trabalhos internos de auditoria avancem, conforme informou o Palácio Guanabara.
Moradores da região acompanham o desdobramento com atenção, enquanto o governo sustenta que as medidas visam corrigir irregularidades e melhorar a gestão pública, fortalecendo o debate sobre transparência e eficiência no serviço público.
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