Resumo: o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou à coluna que o fundo eleitoral de R$ 881,6 milhões não basta para financiar todas as campanhas. A saída, segundo ele, será buscar doações privadas, com uma meta próxima de R$ 300 milhões para completar o financiamento. “Temos que arrecadar, senão teremos problema”, avisou, destacando que o gasto público não cobre todas as necessidades da sigla.
Detalhes mostram que, em 2022, o então presidente Jair Bolsonaro reuniu sozinho **R$ 90 milhões** em doações privadas de pessoas físicas. O PL promete distribuir os recursos de forma proporcional entre candidaturas, mantendo um equilíbrio entre chapas para não comprometer a legenda. A ideia é ampliar os recursos, sem depender apenas do fundo público.


Valdemar também detalha a divisão prevista do fundo. O objetivo é distribuir recursos de forma proporcional às chapas, mantendo o teto de gastos para deputados federais em torno de R$ 3,6 milhões por chapa. Já para a campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência, a expectativa é destinar aproximadamente R$ 80 milhões, ainda abaixo do teto estimado, que pode superar R$ 130 milhões.
“O grande problema são as chapas. Se você não ajuda a chapa embaixo, não elege em cima, porque é a soma dos votos da chapa em cada estado. Se você dá o teto lá em cima (para os candidatos mais competitivos) e dá menos embaixo, não faz legenda”, afirmou Valdemar, destacando o peso da estratégia de financiamento na montagem de coalizões e na manutenção da legenda.
E você, leitor, o que pensa sobre esse equilíbrio entre financiamento público e privado para campanhas? Acha que a meta de R$ 300 milhões em doações privadas é viável ou arriscada para a legenda? Compartilhe sua opinião nos comentários.
