Fachin indica a jurista baiana Manuellita Hermes para grupo que vai propor a modernização do Judiciário

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Resumo: A jurista baiana Manuellita Hermes Rosa Oliveira Filha foi convidada pelo presidente do STF, Edson Fachin, para compor o Grupo de Estudos sobre Modernização do Sistema de Justiça, criado recentemente e vinculado ao Centro de Estudos Constitucionais (CESTF).

O Grupo reúne 19 integrantes, entre ministros, magistrados, professores de Direito e juristas de diferentes órgãos do sistema de Justiça. Além de Manuellita, integram o colegiado 18 nomes de peso que vão colaborar para mapear práticas e propor melhorias.

Manuellita Hermes disse estar honrada com o convite e destacou que pretende unir sua experiência de advogada, pesquisadora e professora para discutir governança judicial, inovação institucional, transformação digital, eficiência jurisdicional, cooperação entre instituições e acesso à justiça.

Ela é procuradora federal da AGU, professora do IDP e doutora em direito. Sua formação inclui doutorado com cotutela entre a Universidade de Brasília (UNB) e a Tor Vergata, na Itália, além de períodos de pesquisa no Max Planck Institute (Heidelberg) e no IREDIES, em Paris.

Manuellita também acumula títulos como Mestre em Sistemas Jurídicos Contemporâneos pela Tor Vergata, com reconhecimento no Brasil pela UFMG, e é especialista em Justiça Constitucional e Tutela Jurisdicional dos Direitos Fundamentais pela Università di Pisa, além de estudos em Direito do Estado pela UFBA.

Com a participação no Grupo de Estudos, a ideia é identificar e sistematizar boas práticas nacionais e internacionais e formular propostas para fortalecer as instituições responsáveis pela prestação jurisdicional, ampliando governança, inovação, eficiência processual, cooperação entre órgãos e a confiança pública.

O Grupo será presidido pelo diretor do CESTF, Fernando Facury Scaff, e terá como relator o desembargador federal Ney de Barros Bello Filho (TRF-1).

Essa iniciativa reforça o impulso de modernização do sistema de justiça brasileiro, destacando o papel de lideranças técnicas para avançar na qualidade e na eficiência da prestação jurisdicional.

Compartilhe nos comentários sua opinião sobre a importância da modernização do sistema de justiça e a presença de lideranças negras nesse espaço. Sua visão ajuda a enriquecer o debate público.

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