





Resumo: Marco Buzzi, ministro afastado do STJ, responde a um processo disciplinar por importunação sexual, após denúncias de duas mulheres. O depoimento à comissão de sindicância ocorreu nesta semana, e a sua defesa afirma que as acusações não procedem, apresentando evidências que apontam para a impossibilidade dos atos descritos.
No andamento do caso, a defesa terá prazo para requerer a produção de provas, enquanto a comissão de sindicância prepara um relatório que será encaminhado ao plenário do STJ. Buzzi está afastado desde 10 de fevereiro e também enfrenta inquérito no Supremo Tribunal Federal e apuração no Conselho Nacional de Justiça.
O advogado de Buzzi, Paulo Emílio Catta Preta, informou que o ministro negou as acusações. Ao chegar à imprensa, ele ressaltou que a defesa apresentou documentos para demonstrar que os crimes não teriam condições de ocorrer, incluindo agendas, datas de ingressos nas catracas de funcionários e da denunciante, bem como folhas de ponto.
A acusação teve início com uma denúncia de uma jovem de 18 anos sobre assédio em uma praia. Segundo a defesa, houve testemunhas e filmagens que infirmam o depoimento, e a defesa prometeu detalhar cada ponto em depoimento com novas provas e relatos de testemunhas que contradizem as acusações.
Agora, a comissão de sindicância deve consolidar as informações em um relatório para o plenário do STJ, que decidirá os próximos passos do processo disciplinar. Enquanto isso, Buzzi permanece afastado e sob olhar atento de instâncias superiores, incluindo o STF e o CNJ.
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