Marinho, de volta ao Vitória, revelou detalhes sobre uma proposta formal do Bahia em 2023, quando atuava pelo Flamengo, e explicou por que recusou o interesse: a história construída com o Leão falou mais alto que o dinheiro.
De acordo com o jogador, o negócio chegou a avançar entre Bahia e Flamengo antes mesmo de a diretoria tricolor procurá-lo. Ele afirmou ter ficado sabendo dos valores da proposta, mas deixou claro desde o início que não tinha interesse em defender o Bahia.
“Existiu o contrato. Muitas pessoas podem achar que foi só conversa, mas houve uma proposta formal. O Cadu Santoro, diretor do Bahia, foi primeiro ao Flamengo e acertou a venda. Depois chegou a proposta para mim. A gente conversou, ele me mostrou os valores. Eu agradeci e disse que tinha respeito pelo Bahia, mas o que construí no Vitória eu não queria apagar.”
O atacante contou que, após a recusa inicial, o Bahia tentaria convencer com uma proposta ainda mais atrativa. Mesmo com valorização salarial e tempo de contrato, ele manteve sua posição.
“Ele falou: ‘Já faz muitos anos que você esteve lá. Jogador de futebol tem que pensar no lado profissional’. E eu respondi: ‘Mas o que eu construí no Vitória foi também como torcedor’. Não era pelo dinheiro. A proposta era muito boa, mas eu não queria.”
Marinho ainda ressaltou o vínculo criado com o clube e afirmou que a decisão foi tomada pelo coração, não pela razão. Ele deixou claro que nunca trocaria o que construiu no Vitória por benefícios financeiros.
Entre os melhores da temporada de 2016, Marinho disputou 43 partidas, marcou 21 gols e deu 6 assistências naquela campanha. Depois de passagem por Changchun Yatai (China), Grêmio, Santos, Flamengo e Fortaleza, ele retornou ao Vitória no início desta temporada. Em 2026, o atacante conquistou a Copa do Nordeste pelo Rubro-Negro, somando 16 jogos e uma assistência.
Durante a trajetória, o jogador destacou que acompanhou de perto os momentos difíceis do clube e reforçou o orgulho por ter escolhido permanecer fiel às raízes, mesmo diante de propostas tentadoras.
E você, torcedor, o que acha dessa história de lealdade e decisão que envolve carreira, identidade e ambição? Compartilhe sua opinião nos comentários e participe da conversa que envolve paixão pelo futebol.
