Roraima vai às urnas neste domingo para escolher governador e vice

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Resumo: Em Roraima, eleições suplementares ocorrem neste domingo para governador e vice, após o TSE tornar inelegível o ex-governador Antonio Denarium e cassar Edilson Damião. O candidato Arthur Henrique, do PL, está na disputa, mas seus votos não devem ser computados de imediato, enquanto o caso permanece em análise pela Justiça.

Vinícius Schmidt/Metrópoles
Teste da Urna eletrônica - Metrópoles

Apesar da decisão, o TSE autorizou que Arthur Henrique continue na campanha e mantenha a candidatura “sub judice”, até a conclusão do processo pela Justiça. O ministro Flávio Dino havia determinado que os prazos de desincompatibilização fossem cumpridos, o que, para o caso de Arthur, chega a dois meses até a eleição — abaixo do mínimo de 3 a 6 meses previsto na Lei da Inelegibilidade. A flexibilização do TRE de Roraima, mantida pela maioria do TSE, foi alvo de liminar de Dino até que o mérito da questão seja julgado.

Essa situação mantém Arthur Henrique na urna, com votos possíveis ainda não computados caso o recurso não o retire da disputa. O cenário permanece “sub judice” até uma decisão final, com o TSE aguardando o desfecho do STF para confirmar ou não a elegibilidade do candidato. A decisão decorre de uma reclamação provisória do ministro e depende de novos entendimentos sobre a prorrogação do prazo de desincompatibilização e de decisões do STF.

Entre os nomes apresentados aos eleitores, estão:

  • Arthur Henrique e Subtenente Velton, PL
  • Frank e Barto Makuxi, PT
  • Soldado Sampaio (atual governador) e Tayla Peres, Republicanos

Arthur Henrique deixou o cargo de prefeito apenas em 2 de abril. Assim, até domingo terá apenas dois meses de desincompatibilização, prazo inferior ao exigido pela Lei da Inelegibilidade (3 a 6 meses).

Atualizações indicam que o STF validou a liminar de Dino, mas o julgamento no TSE está paralisado por pedido de vista da ministra Estela Aranha. O desfecho depende de decisões futuras do STF e da continuidade ou não do prazo de desincompatibilização, com efeitos potenciais apenas após as eleições de outubro. Ainda assim, o cenário atual já revela um pleito com incógnitas importantes e repercussões políticas para o estado.

E você, o que pensa sobre esse impasse que envolve candidatura, prazos legais e decisões judiciais? Compartilhe sua opinião nos comentários e participe da discussão sobre as eleições suplementares em Roraima.

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