Flávio elogia Milei e diz que Brasil “voltará a ser irmão” da Argentina

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Durante participação em evento na capital argentina, o senador Flávio Bolsonaro defende parceria com a Argentina e Israel

Resumo: Em Buenos Aires, o senador Flávio Bolsonaro sinalizou que, se vencer a eleição, o Brasil deverá estreitar laços com a Argentina a partir de 2027, numa agenda que inclui Israel e os Acordos de Isaac. A fala abriu caminho para uma leitura sobre a possível configuração de uma frente diplomática na América Latina, sustentada por Milei e por uma onda de seguidores da direita na região.

Neste domingo (28/6), o senador e pré-candidato afirmou que “o Brasil voltará a ser mais irmão da Argentina mais do que nunca” a partir de 2027, caso Conquiste a eleição. O discurso enfatizou a ideia de uma parceria mais estreita com Buenos Aires, destacando o peso de alianças que envolvem Milei.

Ao abrir a Conferência de Presidentes da América Latina, promovida pela Fundação dos Aliados de Israel e pela Amigos Americanos dos Acordos de Abraão, Flávio Bolsonaro disse que há uma onda favorável aos avanços da direita na região e apontou vitórias recentes na Colômbia e no Peru como sinal dessa tendência.

“Venho aqui para dizer. Quero estar de volta em 2027 para afirmar a adesão do Brasil aos Acordos de Isaac, ao lado do presidente Milei. E quem sabe ao lado do presidente Jair Bolsonaro”, declarou, sugerindo que o Brasil pode somar forças ao movimento promovido por Milei e, eventualmente, expandir sua participação com os governos da região.

Os Acordos de Isaac são uma iniciativa diplomática apoiada por Milei e pelo primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, concebida para fortalecer vínculos entre Israel e países da América Latina, abrindo espaço para cooperação econômica e estratégica.

Durante a fala, o ex-presidente destacou as vitórias de direita como marco de uma transformação regional, e ressaltou a visão de que o Brasil pode caminhar ao lado de governos alinhados ao liberalismo econômico, observando o mapa que indica uma expressiva presença dessa força no continente.

E você, o que pensa sobre essa aproximação entre Brasil, Argentina e Israel? Deixe sua opinião nos comentários e participe do debate sobre os rumos da política regional e as relações entre os países da região.

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